Os resultados das duas provas do WQS disputadas neste último final de semana provocaram mudanças importantes entre os 15 primeiros colocados no ranking da segunda divisão. Uma delas foi a exclusão de todos os brasileiros. Se a temporada acabasse agora nenhum surfista do Brasil estaria classificado pelo WQS para disputar o WCT 2009.
A vitória do australiano Nic Muscroft no La Santa Surf Pro, etapa de 6 estrelas disputada na ilha de Lanzarote, no arquipélago das Canárias, foi a segunda da sua carreira.
Coincidentemente, a primeira vitória de Nic foi conquistada no ano passado...nas ilhas Canárias. Pelo visto o garoto tem sorte por aquelas bandas. Este ano, Nic derrotou o havaiano Kekoa Bacalso na final. Os australianos Phil MacDonald e Drew Courtney acabaram em terceiro lugar.
Quase que simultâneamente, mas do outro lado do Atlântico, foi disputada no Brasil, mais precisamente na Praia Brava de Itajai, litoral norte de Santa Catarina, outra etapa 6 estrelas do WQS.
Em Itajaí, o paraibano Jano Belo derrotou o havaiano Dustin Barca na final do Maresia Surf International. O brasileiro Marcio Farney e o japonês Masa Ohno ficaram em terceiro lugar.
Após esta última rodada do WQS, não houve mudança entre os top 3 do ranking. O americano Nathaniel Curran (13200 pontos) continua liderando, enquanto o australiano Chris Davidson (12525 pontos) e o francês Tim Boal (11888 pontos) vêm logo atrás.
As principais mudanças no ranking foram efetuadas entre os demais top 20. Os australianos Philipe MacDonald e Nic Muscroft, e o havaiano Dustin Barca, entraram para os top 20. Enquanto os brasileiros Raoni Monteiro e Pablo Paulino perderam seus lugares entre os 20 primeiros colocados no ranking atual.
Os maiores beneficiados com os resultados deste último final de semana foram o americano Gabe Kling, que passou de 15º para 9º lugar; o australiano Phil MacDonald, que estava em 21º e agora é o 10º colocado; Nic Muscroft pulou de 26º para 10º; Dustin Barca de 25º para 14º; Kekoa Bacalso de 44º para 22º; e o brasileiro Jano Belo que, graças `a sua vitória em Itajaí, pulou de 166º para 91º.
Entre os maiores perdedores desta última rodada estão o alemão Marlon Lipke, que estava em 6º lugar e agora ocupa a 12ª posição; o tahitiano Michel Bourez, que estava em 8º e agora é o 13º colocado; o australiano Yadin Nicol, que era o 10º e caiu para o 16º lugar; e o brasileiro Hizunome Bettero, que estava em 12º lugar e agora está em 19º.
Segundo as estimativas da ASP, o surfista que somar mais de 11 mil pontos no ranking do WQS nesta temporada deve se classificar para disputar o WCT em 2009. Porém, esta é apenas uma estimativa e pode sofrer alguma mudança de acordo com os resultados das próximas etapas.
Vale lembrar que apenas os 15 primeiros colocados no ranking final do WQS 2008 se classificarão para disputar o WCT na próxima temporada. Atualmente nenhum surfista do Brasil se encontra entre os top 15. No momento, o brasileiro mais bem colocado no ranking do WQS é o paranaense Jihad Khord (10575 pontos), que está em 17º lugar.
Restam apenas mais duas etapas 6 estrelas para serem disputadas este ano - Star Estoril Coast Pro (Portugal) e Onbongo Pro (Brasil) – antes que o WQS chegue ao Hawaii, onde serão disputadas duas provas 6 estrelas Prime, as últimas e mais importantes desta temporada.
Portanto, o Star Estoril Coast Pro e Onbongo Pro representam as últimas chances dos surfistas conquistarem resultados importantes antes que o circuito chegue ao Hawaii, onde os campeonatos costumam ser bastante díficeis pois contam com a participação dos locais e da maioria dos top 45 do WCT. Sem falar do tamanho e da força das ondas havaianas.
O brasileiro Simão Romão e o havaiano Kekoa Bacalso têm boas chances de entrar para os top 15 antes das provas havaianas. Ambos têm uma pontuação baixa para descartar e, caso consigam um bom resultado num dois próximos evento 6 estrelas, podem chegar ao Hawaii numa posição mais confortável para lutar por um lugar para disputar o WCT em 2009.
Entre os atuais top 15 os australianos Phil MacDonald e Josh Kerr, além do havaiano Dustin Barca, também têm pelo menos um descarte para ser efetuado e, dependendo de seus próximos resultados, podem dar um salto no ranking. Abaixo está o ranking atual com os 20 primeiros colocados e suas respectivas pontuações até este momento.
TOP 20 RANKING ATUAL:
Curran,Nathaniel USA 1 13200
Davidson,Chris AUS 2 12525
Boal,Tim FRA 3 11888
Courtney,Drew AUS 4 11600
Weare,David ZAF 5 11450
Gudauskas,Patrick USA 6 11438
Kerr,Josh AUS 7 11325
Emslie,Greg ZAF 8 11188
Kling,Gabe USA 9 11163
MacDonald,Phillip AUS 10 11075
Muscroft,Nic AUS 10 11075
Lipke,Marlon DEU 12 10950
Bourez,Michel PYF 13 10900
Barca,Dustin HAW 14 10826
Pires,Tiago PRT 15 10750
Nicol,Yadin AUS 16 10675
Khodr,Jihad BRA 17 10575
Romao,Simao BRA 18 10500
Bettero,Hizunome BRA 19 10375
Henrique,Pedro BRA 20 10263
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
KELLY CONQUISTA EM MUNDAKA SEU NONO TÍTULO MUNDIAL POR ANTECIPAÇÃO.
MUNDAKA, Pais Basco/Espanha (sexta feira, 03 de outubro, 2008) - Kelly Slater, 36, conquistou seu nono titulo mundial nesta manhã. Slater garantiu o título mundial desta temporada por antecipação depois de derrotar o surfista basco Eneko Acero na oitava bateria do terceiro round do Billabong Pro, nona etapa do ASP World Tour 2008.
Faz 16 anos que Kelly Slater conquistou seu primeiro titulo mundial. Dando início a “era Slater”. Na última década a sua supremacia no circuito mundial é inquestionável. Dono de todos os recordes na história do surf profissional, Kelly Slater foi o surfista mais novo a conquistar um título mundial e hoje se tornou o mais velho campeão mundial de todos os tempos. O americano, e agora nove vezes campeão mundial, é sem dúvida nenhuma o mais bem sucedido surfista de todos os tempos.
A despeito da definição do título mundial por antecipação, as baterias continuam sendo disputadas em Mundaka. As condições estão muito boas no dia de hoje e os organizadores pretendem realizar o maior número possivel de baterias no decorrer do dia. A prova está sendo transmitida ao vivo através do seguinte endereço: www.billabongpro.com/mundaka08/
Faz 16 anos que Kelly Slater conquistou seu primeiro titulo mundial. Dando início a “era Slater”. Na última década a sua supremacia no circuito mundial é inquestionável. Dono de todos os recordes na história do surf profissional, Kelly Slater foi o surfista mais novo a conquistar um título mundial e hoje se tornou o mais velho campeão mundial de todos os tempos. O americano, e agora nove vezes campeão mundial, é sem dúvida nenhuma o mais bem sucedido surfista de todos os tempos.
A despeito da definição do título mundial por antecipação, as baterias continuam sendo disputadas em Mundaka. As condições estão muito boas no dia de hoje e os organizadores pretendem realizar o maior número possivel de baterias no decorrer do dia. A prova está sendo transmitida ao vivo através do seguinte endereço: www.billabongpro.com/mundaka08/
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
ASP WORLD TOUR: MINEIRINHO CLASSIFICADO PARA DISPUTAR O QUARTO ROUND DO BILLABONG PRO. KELLY SLATER A UMA BATERIA DO SEU NONO TÍTULO MUNDIAL.
O brasileiro adriano Mineirinho já está classificado para disputar o quarto round do Billabong Pro, nona etapa do Asp World Tour em 2008. As baterias voltaram a ser disputadas hoje, no pico de Mundaka, por volta das 8 horas da manhã, horário espanhol.
Os organizadores conseguiram finalizar o segundo round e realizar as quatro primeiras baterias do terceiro round nesta quinta feira. Amanhã o evento deve ser reiniciado com a disputa das baterias que não foram realizadas hoje. Entre elas a do americano Kelly Slater.
Entre os brasileiros, o paulista Adriano Mineirinho eliminou o paranaense Jihad Khord na primeira bateria do terceiro round. Enquanto o carioca Leo Neves e o cearense Heitor Alves ainda vão disputar um lugar no quarto round.
Leo vai enfrentar o californmiano Bobby Martinez na décima quinta bateria do terceiro round, enquanto Heitor Alves terá o australiano Luke Stedman pela frente na bateria seguinte, a última do terceiro round.
O Octacampeão mundial, e atual líder disprado do ranking, vai enfrentar o surfista basco Eneko Acero, um dos wild cards do evento, na oitava bateria.Caso derrote o local espanhol, e o australiano Taj Burrow seja eliminado por Nic Muscroft na nona bateria, Slater conquistará por antecipação o título mundial desta temporada. O nono na sua brilhante carreira.
A subida do mar e a melhora nas condições das ondas em Mundaka levou os organizadores a reiniciar as disputas nesta quinta feira pela manhã, horário local.Pelo fato de Mundaka ser um pico muito inconstante em termos de swells, além de ter suas condições bastante afetadas pelas grandes variações das marés, típicas desta parte do litoral noroeste espanhol, os organizadores decidiram utilizar o sistema “Dual heat” nesta etapa do ASP World Tour.
Utilizado pela primeira vez durante o último Pipelime Masters, o “Dual heat” tem como princiapla caracterísitca a realização simultânea de duas baterias. A vantagem deste sistema é a possibilidade de realizar um maior número de baterias num menor espaço de tempo.
No “Dual heat” cada bateria tem dois surfistas e 40 minutos de duração. A primeira bateria tem início com apenas dois surfistas na água. Depois dos primeiros 20 minutos de disputa a segunda bateria é autorizada a entrar na água. A partir de então sempre haverá duas baterias sendo disputadas simultaneamente.
O sistema de prioridade também é diferente no “Dual heat”. E só começa a ser utilizado a partir da segunda metade das baterias. Ou seja, os primeiros 20 minutos de todas as baterias são disputados sem prioridade. Dois painéis de juízes julgam separadamente cada as baterias.
Os juízes identificam os surfistas e qual bateria eles estão disputando pela cor das suas camisetas. Camisetas de cores diferentes permitem que os juízes identifiquem os surfistas que estão disputando a bateria que eles estão julgando. No caso, bateria vermelha ou bateria amarela.
O “Dual heat” é um sistema muito complicado e difícil de ser compreendido pelo público em geral. E até mesmo pelos surfistas competidores. Mas é uma opção que a ASP criou para quando precisar otimizar o tempo de disputa de um evento.
Abaixo a relação das baterias do terceiro round do Billabong Pro:
1 Adriano de Souza (Bra) 14.00 x 11.3 Jihad Khodr (Bra)
2 Mick Campbell (Aus) 13.17 x 12.03 Dane Reynolds (EUA)
3 Fredrick Patacchia (Haw) 13.60 x 12.34 Roy Powers (Haw)
4 Joel Parkinson (Aus) 13.17 x 9.60 Daniel Ross (Aus)
5 Adrian Buchan (Aus) x Daniel Wills (Aus)
6 Jeremy Flores (Fra) x Tiago Pires (Por)
7 Tom Whitaker (Aus) x Tim Reyes (EUA)
8 Kelly Slater (EUA) x Eneko Acero (Euk)
9 Taj Burrow (Aus) x Nic Muscroft (Aus)
10 Taylor Knox (EUA) x Jordy Smith (Afr)
11 CJ Hobgood (EUA) x Royden Bryson (Afr)
12 Kai Otton (Aus) x Mikael Picon (Fra)
13 Bede Durbidge (Aus) x Aritz Aranburu (Euk)
14 Kieren Perrow (Aus) x Ben Dunn (Aus)
15 Bobby Martinez (EUA) x Leonardo Neves (Bra)
16 Luke Stedman (Aus) x Heitor Alves (Bra)
Os organizadores conseguiram finalizar o segundo round e realizar as quatro primeiras baterias do terceiro round nesta quinta feira. Amanhã o evento deve ser reiniciado com a disputa das baterias que não foram realizadas hoje. Entre elas a do americano Kelly Slater.
Entre os brasileiros, o paulista Adriano Mineirinho eliminou o paranaense Jihad Khord na primeira bateria do terceiro round. Enquanto o carioca Leo Neves e o cearense Heitor Alves ainda vão disputar um lugar no quarto round.
Leo vai enfrentar o californmiano Bobby Martinez na décima quinta bateria do terceiro round, enquanto Heitor Alves terá o australiano Luke Stedman pela frente na bateria seguinte, a última do terceiro round.
O Octacampeão mundial, e atual líder disprado do ranking, vai enfrentar o surfista basco Eneko Acero, um dos wild cards do evento, na oitava bateria.Caso derrote o local espanhol, e o australiano Taj Burrow seja eliminado por Nic Muscroft na nona bateria, Slater conquistará por antecipação o título mundial desta temporada. O nono na sua brilhante carreira.
A subida do mar e a melhora nas condições das ondas em Mundaka levou os organizadores a reiniciar as disputas nesta quinta feira pela manhã, horário local.Pelo fato de Mundaka ser um pico muito inconstante em termos de swells, além de ter suas condições bastante afetadas pelas grandes variações das marés, típicas desta parte do litoral noroeste espanhol, os organizadores decidiram utilizar o sistema “Dual heat” nesta etapa do ASP World Tour.
Utilizado pela primeira vez durante o último Pipelime Masters, o “Dual heat” tem como princiapla caracterísitca a realização simultânea de duas baterias. A vantagem deste sistema é a possibilidade de realizar um maior número de baterias num menor espaço de tempo.
No “Dual heat” cada bateria tem dois surfistas e 40 minutos de duração. A primeira bateria tem início com apenas dois surfistas na água. Depois dos primeiros 20 minutos de disputa a segunda bateria é autorizada a entrar na água. A partir de então sempre haverá duas baterias sendo disputadas simultaneamente.
O sistema de prioridade também é diferente no “Dual heat”. E só começa a ser utilizado a partir da segunda metade das baterias. Ou seja, os primeiros 20 minutos de todas as baterias são disputados sem prioridade. Dois painéis de juízes julgam separadamente cada as baterias.
Os juízes identificam os surfistas e qual bateria eles estão disputando pela cor das suas camisetas. Camisetas de cores diferentes permitem que os juízes identifiquem os surfistas que estão disputando a bateria que eles estão julgando. No caso, bateria vermelha ou bateria amarela.
O “Dual heat” é um sistema muito complicado e difícil de ser compreendido pelo público em geral. E até mesmo pelos surfistas competidores. Mas é uma opção que a ASP criou para quando precisar otimizar o tempo de disputa de um evento.
Abaixo a relação das baterias do terceiro round do Billabong Pro:
1 Adriano de Souza (Bra) 14.00 x 11.3 Jihad Khodr (Bra)
2 Mick Campbell (Aus) 13.17 x 12.03 Dane Reynolds (EUA)
3 Fredrick Patacchia (Haw) 13.60 x 12.34 Roy Powers (Haw)
4 Joel Parkinson (Aus) 13.17 x 9.60 Daniel Ross (Aus)
5 Adrian Buchan (Aus) x Daniel Wills (Aus)
6 Jeremy Flores (Fra) x Tiago Pires (Por)
7 Tom Whitaker (Aus) x Tim Reyes (EUA)
8 Kelly Slater (EUA) x Eneko Acero (Euk)
9 Taj Burrow (Aus) x Nic Muscroft (Aus)
10 Taylor Knox (EUA) x Jordy Smith (Afr)
11 CJ Hobgood (EUA) x Royden Bryson (Afr)
12 Kai Otton (Aus) x Mikael Picon (Fra)
13 Bede Durbidge (Aus) x Aritz Aranburu (Euk)
14 Kieren Perrow (Aus) x Ben Dunn (Aus)
15 Bobby Martinez (EUA) x Leonardo Neves (Bra)
16 Luke Stedman (Aus) x Heitor Alves (Bra)
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Morreu o surfista e aventureiro australiano Peter Troy. O patrono do surf moderno no Brasil.
Peter Troy morreu ontem, 29 de sembro, de uma embolia. O australiano visitou mais de 130 países e foi o responsável pela descoberta de muitos picos de surf em volta do mundo.
Em 1964 ele chegou ao Rio de Janeiro e entrou para a história como o responsável pelo surgimento do surf moderno no Brasil.
Quando o australiano chegou ao Brasil o surf brasileiro ainda estava na idade da pedra, e os brasileiros surfavam de madeirite no pontão do Arpoador.
Peter Troy foi o responsável pelo sepultamento da era das madeirites no Brasil e pela entrada do surf brasileiro na era das pranchas de fibra e das manobras.
Em 1971, Peter apareceu no clássico 'Sea of Joy'. No filme, ele e seu compatriota Wayne Lynch surfam pela primeira vez as ondas de Tamarin Bay, nas ilhas Mauricios.
Em 1975, Peter descobriu as direitas de Lagundri bay, em Nias, na Indonésia, e se tornou o primeiro australiano a surfar na ilha de Sumatra. Em 1966 ele surfou pela primeira vez em Jeffreys Bay, na África do Sul.
Peter Troy apareceu no Arpoador em 1964 e mudou o curso do surf brasileiro. Depois de ver o australiano surfando, os surfistas brasileiros nunca mais foram os mesmos.
Na época, o surf estava engatinhando no Brasil. A maioria dos brasileiros ainda usavam as lendárias madeirites e precisavam da ajuda de pés de pato pra entrar nas ondas.
Numa época em que não existia revista de surf, nem intercâmbio entre os surfistas brasileiros e o resto do mundo, o aparecimento de alguém com a técnica e os conhecimentos de Peter Troy provocou uma revolução no surf brasileiro.
Segundo Arduino Colasanti e Mario Braçao, dois dos pioneiros do surf no Brasil, ambos testemunhas oculares das performances de Peter Troy nas ondas cariocas, o surgimento do australiano no Rio de Janeiro foi um marco de mudança na história do surf no Brasil.
“ A gente pegava onda de madeirite e nunca tínhamos visto ninguém andar em cima da prancha. Uma vez de pé na prancha nenhum de nós fazia nada além de ir reto no corte. O Peter foi o primeiro surfista que eu vi andando sobre a prancha, indo até o bico e arriscando um hang five." Recorda-se Mario Bração.
Segundo Mario, a primeira vez que viu o australiano foi no Arpoaodor. “ Ele apareceu na praia vindo do Peru através da Amazônia. Cheio de doenças e com uma ameba.”
Mario lembra que Peter chamou sua atenção logo que entrou na água remando com uma madeirite emprestada. “ Eu reparei que ele tinha uma técnica diferente e fiquei de olho na sua performance. Depois que o vi pegando uma onda em pé no pontão do Arpoador fiquei chocado.”
Arduino e sua turma ficaram loucos para aprender as novas técnicas com o australiano e o levaram para surfar no Recreio dos Bandeirantes com uma prancha de fibra que o própio Arduino tinha feito no calçada do Arpoador. “ O Peter destruiu a prancha na segunda onda depois de dar um bottom turn radical.” Conta Adruino.
Com a prancha do Aduino destruída, a turma do Arpoador lembrou que o Barriga também havia fabricado uma prancha de fibra, e foi com ela que Peter Troy fez mais uma exibição para a galera, desta vez nas direitas do Posto 6.
Foi quando alguém lembrou que o Russel Coffin tinha uma prancha de fibra que seu pai havia trazido dos EUA. Foi com a prancha do Russel, uma “Bing surfboards” com cerca de 10 pés de altura, que Peter Troy deu uma aula de surf no Arpoador.
Peter ficou um bom tempo no Brasil. “Pelo menos uns 6 meses.” Afirma Mario Bração. Acolhido pelos surfistas brasileiros da época, Peter ficou hospedado na casa do Persegui, que tinha um pai que era médico e que acabou cuidando das doenças que o australiano havia contraído viajando através da América do Sul.
No tempo em que passou no Brasil, Peter Troy contribuiu muito com a evolução do surf brasileiro. Entre outras coisas, ele mandou vir da Australia os primeiros outlines que serviram de base para o nascimento da indústria de pranchas de surf no Brasil.
Graças `as dicas e informações fornecidas por Peter Troy, surgiram os primeiros shapers brasileiros. Nomes como o de Barriga e Mario Bração, por exemplo, foram estimulados pelos conhecimentos trazidos pelo australiano a fabricar as primeiras pranchas de fibra no Brasil.
Peter Troy pode ser considerado o pai do surf moderno no Brasil. Seu papel e sua importância na história do surf brasileiro não pode ser ignorada.
Peter Troy está para o Brasil assim como o Duke Kahanamoku está para a Australia. Para quem não sabe, Duke foi o primeiro homem a surfar de pé sobre uma prancha na Australia. Enquanto Peter foi o primeiro a surfar com um estilo moderno em águas brasileiras.
Fica aqui minha homenagem ao espírito aventureiro deste australiano que foi, sem sombras de dúvidas, um dos mais importantes personagens na história do surf no Brasil. Good on you mate !
Em 1964 ele chegou ao Rio de Janeiro e entrou para a história como o responsável pelo surgimento do surf moderno no Brasil.
Quando o australiano chegou ao Brasil o surf brasileiro ainda estava na idade da pedra, e os brasileiros surfavam de madeirite no pontão do Arpoador.
Peter Troy foi o responsável pelo sepultamento da era das madeirites no Brasil e pela entrada do surf brasileiro na era das pranchas de fibra e das manobras.
Em 1971, Peter apareceu no clássico 'Sea of Joy'. No filme, ele e seu compatriota Wayne Lynch surfam pela primeira vez as ondas de Tamarin Bay, nas ilhas Mauricios.
Em 1975, Peter descobriu as direitas de Lagundri bay, em Nias, na Indonésia, e se tornou o primeiro australiano a surfar na ilha de Sumatra. Em 1966 ele surfou pela primeira vez em Jeffreys Bay, na África do Sul.
Peter Troy apareceu no Arpoador em 1964 e mudou o curso do surf brasileiro. Depois de ver o australiano surfando, os surfistas brasileiros nunca mais foram os mesmos.
Na época, o surf estava engatinhando no Brasil. A maioria dos brasileiros ainda usavam as lendárias madeirites e precisavam da ajuda de pés de pato pra entrar nas ondas.
Numa época em que não existia revista de surf, nem intercâmbio entre os surfistas brasileiros e o resto do mundo, o aparecimento de alguém com a técnica e os conhecimentos de Peter Troy provocou uma revolução no surf brasileiro.
Segundo Arduino Colasanti e Mario Braçao, dois dos pioneiros do surf no Brasil, ambos testemunhas oculares das performances de Peter Troy nas ondas cariocas, o surgimento do australiano no Rio de Janeiro foi um marco de mudança na história do surf no Brasil.
“ A gente pegava onda de madeirite e nunca tínhamos visto ninguém andar em cima da prancha. Uma vez de pé na prancha nenhum de nós fazia nada além de ir reto no corte. O Peter foi o primeiro surfista que eu vi andando sobre a prancha, indo até o bico e arriscando um hang five." Recorda-se Mario Bração.
Segundo Mario, a primeira vez que viu o australiano foi no Arpoaodor. “ Ele apareceu na praia vindo do Peru através da Amazônia. Cheio de doenças e com uma ameba.”
Mario lembra que Peter chamou sua atenção logo que entrou na água remando com uma madeirite emprestada. “ Eu reparei que ele tinha uma técnica diferente e fiquei de olho na sua performance. Depois que o vi pegando uma onda em pé no pontão do Arpoador fiquei chocado.”
Arduino e sua turma ficaram loucos para aprender as novas técnicas com o australiano e o levaram para surfar no Recreio dos Bandeirantes com uma prancha de fibra que o própio Arduino tinha feito no calçada do Arpoador. “ O Peter destruiu a prancha na segunda onda depois de dar um bottom turn radical.” Conta Adruino.
Com a prancha do Aduino destruída, a turma do Arpoador lembrou que o Barriga também havia fabricado uma prancha de fibra, e foi com ela que Peter Troy fez mais uma exibição para a galera, desta vez nas direitas do Posto 6.
Foi quando alguém lembrou que o Russel Coffin tinha uma prancha de fibra que seu pai havia trazido dos EUA. Foi com a prancha do Russel, uma “Bing surfboards” com cerca de 10 pés de altura, que Peter Troy deu uma aula de surf no Arpoador.
Peter ficou um bom tempo no Brasil. “Pelo menos uns 6 meses.” Afirma Mario Bração. Acolhido pelos surfistas brasileiros da época, Peter ficou hospedado na casa do Persegui, que tinha um pai que era médico e que acabou cuidando das doenças que o australiano havia contraído viajando através da América do Sul.
No tempo em que passou no Brasil, Peter Troy contribuiu muito com a evolução do surf brasileiro. Entre outras coisas, ele mandou vir da Australia os primeiros outlines que serviram de base para o nascimento da indústria de pranchas de surf no Brasil.
Graças `as dicas e informações fornecidas por Peter Troy, surgiram os primeiros shapers brasileiros. Nomes como o de Barriga e Mario Bração, por exemplo, foram estimulados pelos conhecimentos trazidos pelo australiano a fabricar as primeiras pranchas de fibra no Brasil.
Peter Troy pode ser considerado o pai do surf moderno no Brasil. Seu papel e sua importância na história do surf brasileiro não pode ser ignorada.
Peter Troy está para o Brasil assim como o Duke Kahanamoku está para a Australia. Para quem não sabe, Duke foi o primeiro homem a surfar de pé sobre uma prancha na Australia. Enquanto Peter foi o primeiro a surfar com um estilo moderno em águas brasileiras.
Fica aqui minha homenagem ao espírito aventureiro deste australiano que foi, sem sombras de dúvidas, um dos mais importantes personagens na história do surf no Brasil. Good on you mate !
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
KELLY SLATER É DERROTADO POR AUSTRALIANO NA FINAL DA ETAPA FRANCESA DO ASP WORLD TOUR.
HOSSEGOR, França (Quarta-feira, 24-09-2008) – O australiano Adrian Buchan (15.73) derrotou o americano Kelly Slater (15.16) na final do Quicksilver Pro, oitava etapa do ASP World Tour em 2008.
A final foi disputada em ondas com mais de 1 metro, mas as condições do mar estiveram bastante difíceis durante o último dia de competição em Hossegor. Principalmente por causa da ação do vento e da grande variação da maré.
Foi a sexta final que Kelly Slater disputou nesta temporada. Tendo vencido 5 delas. Com o resultado da etapa francesa, Slater aumentou ainda mais a sua diferença com relação ao segundo colocado do ranking atual, o australiano Taj Burrow, que foi eliminado pelo americano Dane Reynolds no quarto round.
Nenhum dos principais adversários de Slater na corrida pelo título mundial desta temporada – os australianos Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning - conseguiu chegar até `as semi finais do Quicksilver Pro.
Com seus mais perigosos adversários eliminados prematuramente, Kelly passou a depender apenas dele mesmo para conquistar, na França, por antecipação, o título mundial deste ano. Fato que só não se tornou realidade devido `a vitória de Adrian Buchan na final.
Entre os brasileiros, o gaúcho Rodrigo Dorneles foi eliminado nas oitavas de final e acabou em 9º lugar. Já o paulista Adriano Mineirinho chegou até `as semi finais, quando foi eliminado por Kelly Slater numa bateria decidida nos últimos dois minutos.
O brasileiro chegou a liderar boa parte da disputa, mas não resistiu ao ataque final do octacampeão mundial. Mesmo impedido por Slater de chegar `a sua primeira final no ASP World Tour, 2008 está sendo o melhor ano na promisora carreira de Adriano de Souza.
Na França, Mineirinho disputou uma bateria crucial nas quartas de final contra o americano Bobby Martinez. Com direito a um aerial reverse, o brasileiro provou que está melhor neste momento, fechou o caixão do californiano e avançou para as semi finais. Na reta final desta temporada, Bobby e Mineirinho estão disputando um lugar entre os top 5 no ranking final deste ano e até agora Mineirinho está levando a melhor.
Mick Campbell largou na frente na bateria das quartas de final que disputou contra Kelly Slater. Mick entrou na água apoiado por uma imensa torcida australiana, que contava com Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning. Todos eles com motivos de sobra para torcer pelo seu conterrâneo.
Kelly ignorou a torcida australiana e no final das contas a deixou mais uma vez frustrada. Depois de surfar as duas melhores ondas da bateria (9.17 e 8.33), o americano deixou Mick em combinação e avançou para mais uma semi final.
Kelly e Mineirinho se enfrentaram na primeira das semi finais. Slater começou a bateria usando a sua velha tática de pegar logo duas ondas e transferir a pressão para seu adversário. Mas desta vez o octacampeão mundial caiu nas suas duas primeiras ondas, enquanto Mineirinho permaneceu no outside, com a prioridade, esperando por uma boa.
Kelly pegou sua terceira onda e arriscou várias manobras antes de finalizar a onda na areia com um ótimo aproveitamento. Porém, inexplicavelmente, os juízes lhe deram uma nota baixa (5.67). O que fez com que Kelly, numa atitude muito rara, levantasse as mãos dentro d’água reclamando dos juízes.
Mas depois dos cinco primeiros minutos da bateria, Kelly estava do jeito que gosta. Liderando, com a melhor onda até `aquele momento e dono da prioridade. Hora de sentar e esperar por uma boa.
Foi quando Mineirinho ensaiou uma reação. O brasileiro veio manobrando desde o outside, demonstrando um bom repertório de manobras, antes de finalizar a onda na areia. Nota: 9.10. A melhor da bateria até então.
Restando menos de 15 minutos, Kelly passou a precisar de um 7.77, o que não é nada pra alguém como ele, que costuma surfar melhor quando se encontra sobre pressão.
Mineirinho ainda surfou mais uma onda boa, que entrou em seu somatório, e deixou Kelly precisando de um 8.31 para virar o resultado.
Foi então que o americano pegou mais uma onda boa, os juízes lhe deram um 8.17 e ele passou a preciar de apenas um 5.81 para eliminar o brasileiro e garantir seu lugar em mais uma final nesta temporada.
Restando menos de 3 minutos para o final a situação permanecia inalterada. Na areia, Taj Burrow e seus amigos australianos torciam pelo brasileiro. Dentro d’água, Mineirinho tinha a prioridade. Bastava marcar Kelly e deixar o tempo passar.
Mas o brasileiro resolveu pegar mais uma onda e acabou deixando Slater sozinho no outside. Neste caso, é como deixar o Romário sozinho na área. Ou seja, na maioria das vezes é gol na certa.
Quando faltavam menos de dois minutos, Kelly pegou mais uma onda, marcou 6.72 e venceu a disputa. Mais uma vez Kelly Slater virou uma bateria nos últimos minutos. Foi a oitava vez que Mineirinho enfrentou Slater, que venceu todas as disputas até hoje.
Mineirinho acabou em terceiro lugar, seu melhor resultado nesta temporada, e agora ocupa o quarto lugar no ranking do ASP World Tour. Restam apenas mais 3 etapas para serem disputadas este ano.
Antes de chegar `a final da etapa francesa do ASP World Tour, Kelly Slater já havia disputado 5 finais nesta temporada. E vencido todas elas.
Kelly Slater enfrentou o goofy footer australiano Adrian Buchan na final da única etapa do ASP World Tour disputada na França. E bastava derrotar o australiano para conquistar por antecipação o seu nono titulo mundial.
Esta é a terceira temporada de Adrian Buchan no ASP World Tour. E o australiano fez uma campanha brilhante na etapa francesa. Eliminou o californiano Dane Reynolds nas quartas de final e chegou `a final depois de derrotar o americano Damien Hobgood numa das semi finais. Foi a primeira vez que Adrian chegou a uma final da primeira divisão.
Na finalíssima, Adrian pegou a primeira onda e largou na frente. Mas Kelly surfou uma boa logo depois, e a finalizou com uma “reentry”, seguido de um 360º. O Surf bonito, de linhas definidas e manobras radicais do octacampeão não deixa dúvida sobre quem é o melhor surfista da atualidade.
Mas Adrian não se intimidou, escolheu bem as suas ondas, manobrou nas partes criticas e conseguiu o que parecia impossível : derrotar Slater numa final nesta temporada. Foi a primeira vitória na carreira do australiano.
No final das contas, Kelly continua sem vencer na França. Seu jéjum de vitórias na etapa francesa do ASP World Tour já dura 12 anos. Desde 2002, ele não chegava sequer `as semi finais. No ano passado, foi eliminado no terceiro round pelo tahitiano Michel Bourez.
Computados os resultados do Quicksilver Pro, Adrian Buchan está em 9º lugar no ranking, enquanto Kelly Slater nunca esteve tão perto de conquistar seu nono título mundial. Se chegar `as oitavas de final da próxima etapa do ASP World Tour, Kelly será coroado campeão mundial por antecipação. Mas caso seja eliminado no primeiro ou no segundo round em Mundaka, e Mick Fanning ou Taj Burrow vençam a etapa espanhola, a corrida pelo título mundial deste ano se extenderá até, pelo menos, até a etapa brasileira.
A verdade é que a grande maioria dos top 45 já está de saco cheio de ver Kelly ganhar quase tudo este ano. E uma vitória do atual líder do ranking na França tiraria toda a emoção do resto da temporada. A próxima etapa do ASP World Tour, será disputada nas longas e tubulares esquerdas de Mundaka, na Espanha, `a partir do dia 29 de setembro.
FINAL:
Adrian Buchan AUS 15.74 x 15.16 Kelly Slater EUA
SEMIFINAIS:
1. Kelly Slater EUA 14.90 x 13.97 Adriano de Souza BRA
2. Adrian Buchan AUS 15.17 x 8.83 Damien Hobgood EUA
QUARTAS DE FINAL:
1. Adriano de Souza BRA 14.93 x 12.40 Bobby Martinez EUA
2. Kelly Slater EUA 17.50 x 12.33 Mick Campbell AUS
3. Adrian Buchan AUS 17.00 x 13.34 Dane Reynolds EUA
4. Damien Hobgood EUA 13.34 x 13.00 Michel Bourez TAH
OITAVAS DE FINAL:
1. Adriano de Souza BRA 9,50 x 9.33 Dayyan Neve AUS
2. Bobby Martinez EUA 14.66 x 12.00 Ben Dunn AUS
3. Mick Campbell AUS 14.00 x 11.17 Luke Stedman AUS
4. Kelly Slater EUA 18.27 x 14.77 Taylor Knox EUA
5. Dane Reynolds EUA 16.50 x 10.33 Taj Burrow AUS
6. Adrian Buchan AUS 14.50 x 10.66 Rodrigo Dornelles BRA
7. Michel Bourez TAH 13.50 x 11.57 Kieren Perrow AUS
8. Damien Hobgood EUA 8.67 x 8.50 CJ Hobgood EUA
A final foi disputada em ondas com mais de 1 metro, mas as condições do mar estiveram bastante difíceis durante o último dia de competição em Hossegor. Principalmente por causa da ação do vento e da grande variação da maré.
Foi a sexta final que Kelly Slater disputou nesta temporada. Tendo vencido 5 delas. Com o resultado da etapa francesa, Slater aumentou ainda mais a sua diferença com relação ao segundo colocado do ranking atual, o australiano Taj Burrow, que foi eliminado pelo americano Dane Reynolds no quarto round.
Nenhum dos principais adversários de Slater na corrida pelo título mundial desta temporada – os australianos Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning - conseguiu chegar até `as semi finais do Quicksilver Pro.
Com seus mais perigosos adversários eliminados prematuramente, Kelly passou a depender apenas dele mesmo para conquistar, na França, por antecipação, o título mundial deste ano. Fato que só não se tornou realidade devido `a vitória de Adrian Buchan na final.
Entre os brasileiros, o gaúcho Rodrigo Dorneles foi eliminado nas oitavas de final e acabou em 9º lugar. Já o paulista Adriano Mineirinho chegou até `as semi finais, quando foi eliminado por Kelly Slater numa bateria decidida nos últimos dois minutos.
O brasileiro chegou a liderar boa parte da disputa, mas não resistiu ao ataque final do octacampeão mundial. Mesmo impedido por Slater de chegar `a sua primeira final no ASP World Tour, 2008 está sendo o melhor ano na promisora carreira de Adriano de Souza.
Na França, Mineirinho disputou uma bateria crucial nas quartas de final contra o americano Bobby Martinez. Com direito a um aerial reverse, o brasileiro provou que está melhor neste momento, fechou o caixão do californiano e avançou para as semi finais. Na reta final desta temporada, Bobby e Mineirinho estão disputando um lugar entre os top 5 no ranking final deste ano e até agora Mineirinho está levando a melhor.
Mick Campbell largou na frente na bateria das quartas de final que disputou contra Kelly Slater. Mick entrou na água apoiado por uma imensa torcida australiana, que contava com Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning. Todos eles com motivos de sobra para torcer pelo seu conterrâneo.
Kelly ignorou a torcida australiana e no final das contas a deixou mais uma vez frustrada. Depois de surfar as duas melhores ondas da bateria (9.17 e 8.33), o americano deixou Mick em combinação e avançou para mais uma semi final.
Kelly e Mineirinho se enfrentaram na primeira das semi finais. Slater começou a bateria usando a sua velha tática de pegar logo duas ondas e transferir a pressão para seu adversário. Mas desta vez o octacampeão mundial caiu nas suas duas primeiras ondas, enquanto Mineirinho permaneceu no outside, com a prioridade, esperando por uma boa.
Kelly pegou sua terceira onda e arriscou várias manobras antes de finalizar a onda na areia com um ótimo aproveitamento. Porém, inexplicavelmente, os juízes lhe deram uma nota baixa (5.67). O que fez com que Kelly, numa atitude muito rara, levantasse as mãos dentro d’água reclamando dos juízes.
Mas depois dos cinco primeiros minutos da bateria, Kelly estava do jeito que gosta. Liderando, com a melhor onda até `aquele momento e dono da prioridade. Hora de sentar e esperar por uma boa.
Foi quando Mineirinho ensaiou uma reação. O brasileiro veio manobrando desde o outside, demonstrando um bom repertório de manobras, antes de finalizar a onda na areia. Nota: 9.10. A melhor da bateria até então.
Restando menos de 15 minutos, Kelly passou a precisar de um 7.77, o que não é nada pra alguém como ele, que costuma surfar melhor quando se encontra sobre pressão.
Mineirinho ainda surfou mais uma onda boa, que entrou em seu somatório, e deixou Kelly precisando de um 8.31 para virar o resultado.
Foi então que o americano pegou mais uma onda boa, os juízes lhe deram um 8.17 e ele passou a preciar de apenas um 5.81 para eliminar o brasileiro e garantir seu lugar em mais uma final nesta temporada.
Restando menos de 3 minutos para o final a situação permanecia inalterada. Na areia, Taj Burrow e seus amigos australianos torciam pelo brasileiro. Dentro d’água, Mineirinho tinha a prioridade. Bastava marcar Kelly e deixar o tempo passar.
Mas o brasileiro resolveu pegar mais uma onda e acabou deixando Slater sozinho no outside. Neste caso, é como deixar o Romário sozinho na área. Ou seja, na maioria das vezes é gol na certa.
Quando faltavam menos de dois minutos, Kelly pegou mais uma onda, marcou 6.72 e venceu a disputa. Mais uma vez Kelly Slater virou uma bateria nos últimos minutos. Foi a oitava vez que Mineirinho enfrentou Slater, que venceu todas as disputas até hoje.
Mineirinho acabou em terceiro lugar, seu melhor resultado nesta temporada, e agora ocupa o quarto lugar no ranking do ASP World Tour. Restam apenas mais 3 etapas para serem disputadas este ano.
Antes de chegar `a final da etapa francesa do ASP World Tour, Kelly Slater já havia disputado 5 finais nesta temporada. E vencido todas elas.
Kelly Slater enfrentou o goofy footer australiano Adrian Buchan na final da única etapa do ASP World Tour disputada na França. E bastava derrotar o australiano para conquistar por antecipação o seu nono titulo mundial.
Esta é a terceira temporada de Adrian Buchan no ASP World Tour. E o australiano fez uma campanha brilhante na etapa francesa. Eliminou o californiano Dane Reynolds nas quartas de final e chegou `a final depois de derrotar o americano Damien Hobgood numa das semi finais. Foi a primeira vez que Adrian chegou a uma final da primeira divisão.
Na finalíssima, Adrian pegou a primeira onda e largou na frente. Mas Kelly surfou uma boa logo depois, e a finalizou com uma “reentry”, seguido de um 360º. O Surf bonito, de linhas definidas e manobras radicais do octacampeão não deixa dúvida sobre quem é o melhor surfista da atualidade.
Mas Adrian não se intimidou, escolheu bem as suas ondas, manobrou nas partes criticas e conseguiu o que parecia impossível : derrotar Slater numa final nesta temporada. Foi a primeira vitória na carreira do australiano.
No final das contas, Kelly continua sem vencer na França. Seu jéjum de vitórias na etapa francesa do ASP World Tour já dura 12 anos. Desde 2002, ele não chegava sequer `as semi finais. No ano passado, foi eliminado no terceiro round pelo tahitiano Michel Bourez.
Computados os resultados do Quicksilver Pro, Adrian Buchan está em 9º lugar no ranking, enquanto Kelly Slater nunca esteve tão perto de conquistar seu nono título mundial. Se chegar `as oitavas de final da próxima etapa do ASP World Tour, Kelly será coroado campeão mundial por antecipação. Mas caso seja eliminado no primeiro ou no segundo round em Mundaka, e Mick Fanning ou Taj Burrow vençam a etapa espanhola, a corrida pelo título mundial deste ano se extenderá até, pelo menos, até a etapa brasileira.
A verdade é que a grande maioria dos top 45 já está de saco cheio de ver Kelly ganhar quase tudo este ano. E uma vitória do atual líder do ranking na França tiraria toda a emoção do resto da temporada. A próxima etapa do ASP World Tour, será disputada nas longas e tubulares esquerdas de Mundaka, na Espanha, `a partir do dia 29 de setembro.
FINAL:
Adrian Buchan AUS 15.74 x 15.16 Kelly Slater EUA
SEMIFINAIS:
1. Kelly Slater EUA 14.90 x 13.97 Adriano de Souza BRA
2. Adrian Buchan AUS 15.17 x 8.83 Damien Hobgood EUA
QUARTAS DE FINAL:
1. Adriano de Souza BRA 14.93 x 12.40 Bobby Martinez EUA
2. Kelly Slater EUA 17.50 x 12.33 Mick Campbell AUS
3. Adrian Buchan AUS 17.00 x 13.34 Dane Reynolds EUA
4. Damien Hobgood EUA 13.34 x 13.00 Michel Bourez TAH
OITAVAS DE FINAL:
1. Adriano de Souza BRA 9,50 x 9.33 Dayyan Neve AUS
2. Bobby Martinez EUA 14.66 x 12.00 Ben Dunn AUS
3. Mick Campbell AUS 14.00 x 11.17 Luke Stedman AUS
4. Kelly Slater EUA 18.27 x 14.77 Taylor Knox EUA
5. Dane Reynolds EUA 16.50 x 10.33 Taj Burrow AUS
6. Adrian Buchan AUS 14.50 x 10.66 Rodrigo Dornelles BRA
7. Michel Bourez TAH 13.50 x 11.57 Kieren Perrow AUS
8. Damien Hobgood EUA 8.67 x 8.50 CJ Hobgood EUA
ADRIAN BUCHAN DERROTA KELLY SLATER NA FINAL DA ETAPA FRANCESA DO ASP WORLD TOUR.
HOSSEGOR, França (Quarta-feira, 24-09-2008) – O australiano Adrian Buchan (15.73) derrotou o americano Kelly Slater (15.16) na final do Quicksilver Pro, oitava etapa do ASP World Tour em 2008.
A final foi disputada em ondas com mais de 1 metro, mas as condições do mar estiveram bastante difíceis durante o último dia de competição em Hossegor. Principalmente por causa da ação do vento e da grande variação da maré.
Foi a sexta final que Kelly Slater disputou nesta temporada. Tendo vencido 5 delas. Com o resultado da etapa francesa, Slater aumentou ainda mais a sua diferença com relação ao segundo colocado do ranking atual, o australiano Taj Burrow, que foi eliminado pelo americano Dane Reynolds no quarto round.
Nenhum dos principais adversários de Slater - na corrida pelo título mundial desta temporada – os australianos Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning - conseguiu chegar até `as semi finais do Quicksilver Pro.
Com seus mais perigosos adversários eliminados prematuramente, Kelly passou a depender apenas dele mesmo para conquistar na França, por antecipação, o título mundial deste ano. Fato que só não se tornou realidade devido a vitória de Adrian Buchan na final.
Entre os brasileiros, o gaúcho Rodrigo Dorneles foi eliminado nas oitavas de final e acabou em 9º lugar. Já o paulista Adriano Mineirinho chegou até `as semi finais, quando foi eliminado por Kelly Slater numa bateria decidida nos últimos dois minutos.
O brasileiro chegou a liderar boa parte da disputa, mas não resistiu ao ataque final do octacampeão mundial.Este ano está sendo o melhor até agora na carreira do jovem talento brasileiro.
Na França, Mineirinho disputou uma bateria crucial nas quartas de final contra o americano Bobby Martinez. Com direito a um aerial reverse, o brasileiro provou que está melhor neste momento, fechou o caixão do californiano e avançou para as semi finais. Na reta final desta temporada, Bobby e Mineirinho estão disputando um lugar entre os top 5 no ranking final deste ano e até agora Mineirinho está levando a melhor.
Mick Campbell largou na frente na bateria das quartas de final que disputou contra Kelly Slater. Mick entrou na água apoiado por uma imensa torcida australiana, que contava com Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning. Todos eles com motivos de sobra para torcer pelo seu conterrâneo. Mas Mick acabou sendo apenas mais um australiano que não conseguiu impedir Slater de chegar até `a final na França.
A verdade é que a grande maioria dos top 45 já está de saco cheio de ver Kelly ganhar quase tudo este ano. E uma vitória do atual líder do ranking na França tiraria toda a emoção do resto da temporada.
Mas Kelly ignorou a torcida australiana e no final das contas a deixou mais uma vez frustrada. Depois de surfar as duas melhores ondas da bateria (9.17 e 8.33), o americano deixou Mick em combinação e avançou para mais uma semi final.
Kelly e Mineirinho se enfrentaram na primeira das semi finais. Slater começou a bateria usando a sua velha tática de pegar logo duas ondas e transferir a pressão para seu adversário. Mas desta vez ele caiu nas suas duas primeiras ondas, enquanto Mineirinho permaneceu no outside, com a prioridade, esperando por uma boa.
Kelly pegou sua terceira onda e arriscou várias manobras antes de finalizar a onda na areia com um ótimo aproveitamento. Porém, inexplicavelmente, os juízes lhe deram uma nota baixa (5.67). O que fez com que Kelly, numa atitude muito rara, levantasse as mãos dentro d’água reclamando dos juízes.
Mas depois dos cinco primeiros minutos da bateria, Kelly estava do jeito que gosta. Liderando, com a melhor onda até `aquele momento e dono da prioridade. Hora de sentar e esperar por uma boa.
Foi quando Mineirinho ensaiou uma reação. O brasileiro veio manobrando desde o outside, demonstrando um bom repertório de manobras, antes de finalizar a onda na areia. Nota: 9.10. A melhor da bateria até então.
Restando menos de 15 minutos, Kelly passou a precisar de um 7.77, o que não é nada pra alguém como ele, que costuma surfar melhor quando se encontra sobre pressão.
Mineirinho ainda surfou mais uma onda boa, que entrou em seu somatório, e deixou Kelly precisando de um 8.31 para virar o resultado.
Foi então que o americano pegou mais uma onda boa, os juízes lhe deram um 8.17 e ele passou a preciar de apenas um 5.81 para eliminar o brasileiro e garantir seu lugar em mais uma final nesta temporada.
Restando menos de 3 minutos para o final a situação permanecia inalterada. Na areia, Taj Burrow e seus amigos australianos torciam pelo brasileiro. Dentro d’água, Mineirinho tinha a prioridade. Bastava marcar Kelly e deixar o tempo passar.
Mas o brasileiro resolveu pegar mais uma onda e acabou deixando Slater sozinho no outside. Neste caso, é como deixar o Romário sozinho na área. Ou seja, na maioria das vezes é gol na certa.
Quando faltavam menos de dois minutos, Kelly pegou mais uma onda, marcou 6.72 e venceu a bateria. Mais uma vez Kelly Slater virou uma bateria nos últimos minutos. Foi a oitava vez que Mineirinho enfrentou Slater, que venceu todas as disputas.
Mineirinho acabou em terceiro lugar, seu melhor resultado nesta temporada, e agora ocupa o quarto lugar no ranking do ASP World Tour. Restam apenas mais 3 etapas para serem disputadas este ano.
Antes de chegar `a final da etapa francesa do ASP World Tour, Kelly Slater já havia disputado 5 finais nesta temporada. E vencido todas elas.
Kelly Slater enfrentou o goofy footer australiano Adrian Buchan na final da única etapa do ASP World Tour disputada na França E bastava derrotar o australiano para conquistar por antecipação o seu nono titulo mundial.
Esta é a terceira temporada de Adrian Buchan no ASP World Tour. E o australiano fez uma campanha brilhante na etapa francesa. Eliminou o californiano Dane Reynolds nas quartas de final e
chegou a final depois de derrotar o americano Damien Hobgood numa das semi finais. Foi a primeira vez que Adrian chegou a uma final da primeira divisão.
Na finalíssima, Adrian pegou a primeira onda e largou na frente. Mas Kelly surfou uma boa logo depois e a finalizou com uma “reentry”, seguido de um 360º. O Surf bonito, de linhas definidas e manobras radicais do octacampeão não deixa dúvida sobre quem é o melhor surfista da atualidade.
Mas Adrian não se intimidou, escolheu bem as suas ondas, manobrou nas partes criticas e conseguiu o que parecia impossível : derrotar Slater numa final nesta temporada. Foi a primeira vitória na carreira do australiano.
No final das contas, Kelly continua sem vencer na França. Seu jéjum de vitórias na etapa francesa do ASP World Tour já dura 12 anos. Desde 2002, ele não chegava sequer `as semi finais. No ano passado, foi eliminado no terceiro round pelo tahitiano Michel Bourez.
Computados os resultados do Quicksilver Pro, Adrian Buchan está em 9º lugar no ranking, enquanto Kelly Slater nunca esteve tão perto de conquistar seu nono título mundial.
Se chegar até as oitavas de final da próxima etapa do ASP World Tour, que será disputada `a partir do dia 29 de setembro nas longas e tubulares esquerdas de Mundaka, Kelly Slater será coroado campeão mundial por antecipação.
Caso Slater seja eliminado no primeiro ou no segundo round em Mundaka, e Mick Fanning ou Taj Burrow vençam a etapa espanhola, a corrida pelo título mundial deste ano se extenderá até, pelo menos, até a etapa brasileira.
A próxima etapa do ASP World Tour, que será disputada nas longas e tubulares esquerdas de Mundaka, na Espanha, `a partir do dia 29 de setembro.
FINAL:
Adrian Buchan AUS 15.74 x 15.16 Kelly Slater EUA
SEMIFINAIS:
1. Kelly Slater EUA 14.90 x 13.97 Adriano de Souza BRA
2. Adrian Buchan AUS 15.17 x 8.83 Damien Hobgood EUA
QUARTAS DE FINAL:
1. Adriano de Souza BRA 14.93 x 12.40 Bobby Martinez EUA
2. Kelly Slater EUA 17.50 x 12.33 Mick Campbell AUS
3. Adrian Buchan AUS 17.00 x 13.34 Dane Reynolds EUA
4. Damien Hobgood EUA 13.34 x 13.00 Michel Bourez TAH
OITAVAS DE FINAL:
1. Adriano de Souza BRA 9,50 x 9.33 Dayyan Neve AUS
2. Bobby Martinez EUA 14.66 x 12.00 Ben Dunn AUS
3. Mick Campbell AUS 14.00 x 11.17 Luke Stedman AUS
4. Kelly Slater EUA 18.27 x 14.77 Taylor Knox EUA
5. Dane Reynolds EUA 16.50 x 10.33 Taj Burrow AUS
6. Adrian Buchan AUS 14.50 x 10.66 Rodrigo Dornelles BRA
7. Michel Bourez TAH 13.50 x 11.57 Kieren Perrow AUS
8. Damien Hobgood EUA 8.67 x 8.50 CJ Hobgood EUA
A final foi disputada em ondas com mais de 1 metro, mas as condições do mar estiveram bastante difíceis durante o último dia de competição em Hossegor. Principalmente por causa da ação do vento e da grande variação da maré.
Foi a sexta final que Kelly Slater disputou nesta temporada. Tendo vencido 5 delas. Com o resultado da etapa francesa, Slater aumentou ainda mais a sua diferença com relação ao segundo colocado do ranking atual, o australiano Taj Burrow, que foi eliminado pelo americano Dane Reynolds no quarto round.
Nenhum dos principais adversários de Slater - na corrida pelo título mundial desta temporada – os australianos Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning - conseguiu chegar até `as semi finais do Quicksilver Pro.
Com seus mais perigosos adversários eliminados prematuramente, Kelly passou a depender apenas dele mesmo para conquistar na França, por antecipação, o título mundial deste ano. Fato que só não se tornou realidade devido a vitória de Adrian Buchan na final.
Entre os brasileiros, o gaúcho Rodrigo Dorneles foi eliminado nas oitavas de final e acabou em 9º lugar. Já o paulista Adriano Mineirinho chegou até `as semi finais, quando foi eliminado por Kelly Slater numa bateria decidida nos últimos dois minutos.
O brasileiro chegou a liderar boa parte da disputa, mas não resistiu ao ataque final do octacampeão mundial.Este ano está sendo o melhor até agora na carreira do jovem talento brasileiro.
Na França, Mineirinho disputou uma bateria crucial nas quartas de final contra o americano Bobby Martinez. Com direito a um aerial reverse, o brasileiro provou que está melhor neste momento, fechou o caixão do californiano e avançou para as semi finais. Na reta final desta temporada, Bobby e Mineirinho estão disputando um lugar entre os top 5 no ranking final deste ano e até agora Mineirinho está levando a melhor.
Mick Campbell largou na frente na bateria das quartas de final que disputou contra Kelly Slater. Mick entrou na água apoiado por uma imensa torcida australiana, que contava com Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning. Todos eles com motivos de sobra para torcer pelo seu conterrâneo. Mas Mick acabou sendo apenas mais um australiano que não conseguiu impedir Slater de chegar até `a final na França.
A verdade é que a grande maioria dos top 45 já está de saco cheio de ver Kelly ganhar quase tudo este ano. E uma vitória do atual líder do ranking na França tiraria toda a emoção do resto da temporada.
Mas Kelly ignorou a torcida australiana e no final das contas a deixou mais uma vez frustrada. Depois de surfar as duas melhores ondas da bateria (9.17 e 8.33), o americano deixou Mick em combinação e avançou para mais uma semi final.
Kelly e Mineirinho se enfrentaram na primeira das semi finais. Slater começou a bateria usando a sua velha tática de pegar logo duas ondas e transferir a pressão para seu adversário. Mas desta vez ele caiu nas suas duas primeiras ondas, enquanto Mineirinho permaneceu no outside, com a prioridade, esperando por uma boa.
Kelly pegou sua terceira onda e arriscou várias manobras antes de finalizar a onda na areia com um ótimo aproveitamento. Porém, inexplicavelmente, os juízes lhe deram uma nota baixa (5.67). O que fez com que Kelly, numa atitude muito rara, levantasse as mãos dentro d’água reclamando dos juízes.
Mas depois dos cinco primeiros minutos da bateria, Kelly estava do jeito que gosta. Liderando, com a melhor onda até `aquele momento e dono da prioridade. Hora de sentar e esperar por uma boa.
Foi quando Mineirinho ensaiou uma reação. O brasileiro veio manobrando desde o outside, demonstrando um bom repertório de manobras, antes de finalizar a onda na areia. Nota: 9.10. A melhor da bateria até então.
Restando menos de 15 minutos, Kelly passou a precisar de um 7.77, o que não é nada pra alguém como ele, que costuma surfar melhor quando se encontra sobre pressão.
Mineirinho ainda surfou mais uma onda boa, que entrou em seu somatório, e deixou Kelly precisando de um 8.31 para virar o resultado.
Foi então que o americano pegou mais uma onda boa, os juízes lhe deram um 8.17 e ele passou a preciar de apenas um 5.81 para eliminar o brasileiro e garantir seu lugar em mais uma final nesta temporada.
Restando menos de 3 minutos para o final a situação permanecia inalterada. Na areia, Taj Burrow e seus amigos australianos torciam pelo brasileiro. Dentro d’água, Mineirinho tinha a prioridade. Bastava marcar Kelly e deixar o tempo passar.
Mas o brasileiro resolveu pegar mais uma onda e acabou deixando Slater sozinho no outside. Neste caso, é como deixar o Romário sozinho na área. Ou seja, na maioria das vezes é gol na certa.
Quando faltavam menos de dois minutos, Kelly pegou mais uma onda, marcou 6.72 e venceu a bateria. Mais uma vez Kelly Slater virou uma bateria nos últimos minutos. Foi a oitava vez que Mineirinho enfrentou Slater, que venceu todas as disputas.
Mineirinho acabou em terceiro lugar, seu melhor resultado nesta temporada, e agora ocupa o quarto lugar no ranking do ASP World Tour. Restam apenas mais 3 etapas para serem disputadas este ano.
Antes de chegar `a final da etapa francesa do ASP World Tour, Kelly Slater já havia disputado 5 finais nesta temporada. E vencido todas elas.
Kelly Slater enfrentou o goofy footer australiano Adrian Buchan na final da única etapa do ASP World Tour disputada na França E bastava derrotar o australiano para conquistar por antecipação o seu nono titulo mundial.
Esta é a terceira temporada de Adrian Buchan no ASP World Tour. E o australiano fez uma campanha brilhante na etapa francesa. Eliminou o californiano Dane Reynolds nas quartas de final e
chegou a final depois de derrotar o americano Damien Hobgood numa das semi finais. Foi a primeira vez que Adrian chegou a uma final da primeira divisão.
Na finalíssima, Adrian pegou a primeira onda e largou na frente. Mas Kelly surfou uma boa logo depois e a finalizou com uma “reentry”, seguido de um 360º. O Surf bonito, de linhas definidas e manobras radicais do octacampeão não deixa dúvida sobre quem é o melhor surfista da atualidade.
Mas Adrian não se intimidou, escolheu bem as suas ondas, manobrou nas partes criticas e conseguiu o que parecia impossível : derrotar Slater numa final nesta temporada. Foi a primeira vitória na carreira do australiano.
No final das contas, Kelly continua sem vencer na França. Seu jéjum de vitórias na etapa francesa do ASP World Tour já dura 12 anos. Desde 2002, ele não chegava sequer `as semi finais. No ano passado, foi eliminado no terceiro round pelo tahitiano Michel Bourez.
Computados os resultados do Quicksilver Pro, Adrian Buchan está em 9º lugar no ranking, enquanto Kelly Slater nunca esteve tão perto de conquistar seu nono título mundial.
Se chegar até as oitavas de final da próxima etapa do ASP World Tour, que será disputada `a partir do dia 29 de setembro nas longas e tubulares esquerdas de Mundaka, Kelly Slater será coroado campeão mundial por antecipação.
Caso Slater seja eliminado no primeiro ou no segundo round em Mundaka, e Mick Fanning ou Taj Burrow vençam a etapa espanhola, a corrida pelo título mundial deste ano se extenderá até, pelo menos, até a etapa brasileira.
A próxima etapa do ASP World Tour, que será disputada nas longas e tubulares esquerdas de Mundaka, na Espanha, `a partir do dia 29 de setembro.
FINAL:
Adrian Buchan AUS 15.74 x 15.16 Kelly Slater EUA
SEMIFINAIS:
1. Kelly Slater EUA 14.90 x 13.97 Adriano de Souza BRA
2. Adrian Buchan AUS 15.17 x 8.83 Damien Hobgood EUA
QUARTAS DE FINAL:
1. Adriano de Souza BRA 14.93 x 12.40 Bobby Martinez EUA
2. Kelly Slater EUA 17.50 x 12.33 Mick Campbell AUS
3. Adrian Buchan AUS 17.00 x 13.34 Dane Reynolds EUA
4. Damien Hobgood EUA 13.34 x 13.00 Michel Bourez TAH
OITAVAS DE FINAL:
1. Adriano de Souza BRA 9,50 x 9.33 Dayyan Neve AUS
2. Bobby Martinez EUA 14.66 x 12.00 Ben Dunn AUS
3. Mick Campbell AUS 14.00 x 11.17 Luke Stedman AUS
4. Kelly Slater EUA 18.27 x 14.77 Taylor Knox EUA
5. Dane Reynolds EUA 16.50 x 10.33 Taj Burrow AUS
6. Adrian Buchan AUS 14.50 x 10.66 Rodrigo Dornelles BRA
7. Michel Bourez TAH 13.50 x 11.57 Kieren Perrow AUS
8. Damien Hobgood EUA 8.67 x 8.50 CJ Hobgood EUA
ADRIAN BUCHAN DERROTA KELLY SLATER NA FINAL DA ETAPA FRANCESA DO ASP WORLD TOUR.
HOSSEGOR, França (Quarta-feira, 24-09-2008) – O australiano Adrian Buchan (15.73) derrotou o americano Kelly Slater (15.16) na final do Quicksilver Pro, oitava etapa do ASP World Tour em 2008.
A final foi disputada em ondas com mais de 1 metro, mas as condições do mar estiveram bastante difíceis durante o último dia de competição em Hossegor. Principalmente por causa da ação do vento e da grande variação da maré.
Foi a sexta final que Kelly Slater disputou nesta temporada. Tendo vencido 5 delas. Com o resultado da etapa francesa, Slater aumentou ainda mais a sua diferença com relação ao segundo colocado do ranking atual, o australiano Taj Burrow, que foi eliminado pelo americano Dane Reynolds no quarto round.
Entre os brasileiros, o gaúcho Rodrigo Dorneles foi eliminado nas oitavas de final e acabou em 9º lugar. Já o paulista Adriano Mineirinho chegou até `as semi finais, quando foi eliminado por Kelly Slater numa bateria decidida nos últimos dois minutos.
O brasileiro chegou a liderar boa parte da disputa, mas não resistiu ao ataque final do octacampeão mundial.
Nenhum dos principais adversários de Slater - na corrida pelo título mundial desta temporada – os australianos Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning - conseguiu chegar até `as semi finais do Quicksilver Pro.
Com seus mais perigosos adversários eliminados prematuramente, Kelly passou a depender apenas dele mesmo para conquistar na França, por antecipação, o título mundial deste ano. Fato que só não se tornou realidade devido a vitória de Adrian Buchan na final.
Entre os brasileiros, Adriano de Souza, o Mineirinho, acabou em terceiro lugar. Este ano está sendo o melhor até agora na carreira do jovem talento brasileiro.
Na França, Mineirinho disputou uma bateria crucial nas quartas de final contra o americano Bobby Martinez. Com direito a um aerial reverse, o brasileiro provou que está melhor neste momento, fechou o caixão do californiano e avançou para as semi finais. Na reta final desta temporada, Bobby e Mineirinho estão disputando um lugar entre os top 5 no ranking final deste ano e até agora Mineirinho está levando a melhor.
Mick Campbell largou na frente na bateria das quartas de final que disputou contra Kelly Slater. Mick entrou na água apoiado por uma imensa torcida australiana, que contava com Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning. Todos eles com motivos de sobra para torcer pelo seu conterrâneo. Mas Mick acabou sendo apenas mais um australiano que não conseguiu impedir Slater de chegar até `a final na França.
A verdade é que a grande maioria dos top 45 já está de saco cheio de ver Kelly ganhar quase tudo este ano. E uma vitória do atual líder do ranking na França tiraria toda a emoção do resto da temporada.
Mas Kelly ignorou a torcida australiana e no final das contas a deixou mais uma vez frustrada. Depois de surfar as duas melhores ondas da bateria (9.17 e 8.33), o americano deixou Mick em combinação e avançou para mais uma semi final.
Kelly e Mineirinho se enfrentaram na primeira das semi finais. Slater começou a bateria usando a sua velha tática de pegar logo duas ondas e transferir a pressão para seu adversário. Mas desta vez ele caiu nas suas duas primeiras ondas, enquanto Mineirinho permaneceu no outside, com a prioridade, esperando por uma boa.
Kelly pegou sua terceira onda e arriscou várias manobras antes de finalizar a onda na areia com um ótimo aproveitamento. Porém, inexplicavelmente, os juízes lhe deram uma nota baixa (5.67). O que fez com que Kelly, numa atitude muito rara, levantasse as mãos dentro d’água reclamando dos juízes.
Mas depois dos cinco primeiros minutos da bateria, Kelly estava do jeito que gosta. Liderando, com a melhor onda até `aquele momento e dono da prioridade. Hora de sentar e esperar por uma boa.
Foi quando Mineirinho ensaiou uma reação. O brasileiro veio manobrando desde o outside, demonstrando um bom repertório de manobras, antes de finalizar a onda na areia. Nota: 9.10. A melhor da bateria até então.
Restando menos de 15 minutos, Kelly passou a precisar de um 7.77, o que não é nada pra alguém como ele, que costuma surfar melhor quando se encontra sobre pressão.
Mineirinho ainda surfou mais uma onda boa, que entrou em seu somatório, e deixou Kelly precisando de um 8.31 para virar o resultado.
Foi então que o americano pegou mais uma onda boa, os juízes lhe deram um 8.17 e ele passou a preciar de apenas um 5.81 para eliminar o brasileiro e garantir seu lugar em mais uma final nesta temporada.
Restando menos de 3 minutos para o final a situação permanecia inalterada. Na areia, Taj Burrow e seus amigos australianos torciam pelo brasileiro. Dentro d’água, Mineirinho tinha a prioridade. Bastava marcar Kelly e deixar o tempo passar.
Mas o brasileiro resolveu pegar mais uma onda e acabou deixando Slater sozinho no outside. Neste caso, é como deixar o Romário sozinho na área. Ou seja, na maioria das vezes é gol na certa.
Quando faltavam menos de dois minutos, Kelly pegou mais uma onda, marcou 6.72 e venceu a bateria. Mais uma vez Kelly Slater virou uma bateria nos últimos minutos. Foi a oitava vez que Mineirinho enfrentou Slater, que venceu todas as disputas.
Mineirinho acabou em terceiro lugar, seu melhor resultado nesta temporada, e agora ocupa o quarto lugar no ranking do ASP World Tour. Restam apenas mais 3 etapas para serem disputadas este ano.
Antes de chegar `a final da etapa francesa do ASP World Tour, Kelly Slater já havia disputado 5 finais nesta temporada. E vencido todas elas.
Kelly Slater enfrentou o goofy footer australiano Adrian Buchan na final da única etapa do ASP World Tour disputada na França E bastava derrotar o australiano para conquistar por antecipação o seu nono titulo mundial.
Esta é a terceira temporada de Adrian Buchan no ASP World Tour. E o australiano fez uma campanha brilhante na etapa francesa. Eliminou o californiano Dane Reynolds nas quartas de final e
chegou a final depois de derrotar o americano Damien Hobgood numa das semi finais. Foi a primeira vez que Adrian chegou a uma final da primeira divisão.
Na finalíssima, Adrian pegou a primeira onda e largou na frente. Mas Kelly surfou uma boa logo depois e a finalizou com uma “reentry”, seguido de um 360º. O Surf bonito, de linhas definidas e manobras radicais do octacampeão não deixa dúvida sobre quem é o melhor surfista da atualidade.
Mas Adrian não se intimidou, escolheu bem as suas ondas, manobrou nas partes criticas e conseguiu o que parecia impossível : derrotar Slater numa final nesta temporada. Foi a primeira vitória na carreira do australiano.
No final das contas, Kelly continua sem vencer na França. Seu jéjum de vitórias na etapa francesa do ASP World Tour já dura 12 anos. Desde 2002, ele não chegava sequer `as semi finais. No ano passado, foi eliminado no terceiro round pelo tahitiano Michel Bourez.
Computados os resultados do Quicksilver Pro, Adrian Buchan está em 9º lugar no ranking, enquanto Kelly Slater nunca esteve tão perto de conquistar seu nono título mundial.
Se chegar até as oitavas de final da próxima etapa do ASP World Tour, que será disputada `a partir do dia 29 de setembro nas longas e tubulares esquerdas de Mundaka, Kelly Slater será coroado campeão mundial por antecipação.
Caso Slater seja eliminado no primeiro ou no segundo round em Mundaka, e Mick Fanning ou Taj Burrow vençam a etapa espanhola, a corrida pelo título mundial deste ano se extenderá até, pelo menos, até a etapa brasileira.
A próxima etapa do ASP World Tour, que será disputada nas longas e tubulares esquerdas de Mundaka, na Espanha, `a partir do dia 29 de setembro.
FINAL:
Adrian Buchan AUS 15.74 x 15.16 Kelly Slater EUA
SEMIFINAIS:
1. Kelly Slater EUA 14.90 x 13.97 Adriano de Souza BRA
2. Adrian Buchan AUS 15.17 x 8.83 Damien Hobgood EUA
QUARTAS DE FINAL:
1. Adriano de Souza BRA 14.93 x 12.40 Bobby Martinez EUA
2. Kelly Slater EUA 17.50 x 12.33 Mick Campbell AUS
3. Adrian Buchan AUS 17.00 x 13.34 Dane Reynolds EUA
4. Damien Hobgood EUA 13.34 x 13.00 Michel Bourez TAH
OITAVAS DE FINAL:
1. Adriano de Souza BRA 9,50 x 9.33 Dayyan Neve AUS
2. Bobby Martinez EUA 14.66 x 12.00 Ben Dunn AUS
3. Mick Campbell AUS 14.00 x 11.17 Luke Stedman AUS
4. Kelly Slater EUA 18.27 x 14.77 Taylor Knox EUA
5. Dane Reynolds EUA 16.50 x 10.33 Taj Burrow AUS
6. Adrian Buchan AUS 14.50 x 10.66 Rodrigo Dornelles BRA
7. Michel Bourez TAH 13.50 x 11.57 Kieren Perrow AUS
8. Damien Hobgood EUA 8.67 x 8.50 CJ Hobgood EUA
A final foi disputada em ondas com mais de 1 metro, mas as condições do mar estiveram bastante difíceis durante o último dia de competição em Hossegor. Principalmente por causa da ação do vento e da grande variação da maré.
Foi a sexta final que Kelly Slater disputou nesta temporada. Tendo vencido 5 delas. Com o resultado da etapa francesa, Slater aumentou ainda mais a sua diferença com relação ao segundo colocado do ranking atual, o australiano Taj Burrow, que foi eliminado pelo americano Dane Reynolds no quarto round.
Entre os brasileiros, o gaúcho Rodrigo Dorneles foi eliminado nas oitavas de final e acabou em 9º lugar. Já o paulista Adriano Mineirinho chegou até `as semi finais, quando foi eliminado por Kelly Slater numa bateria decidida nos últimos dois minutos.
O brasileiro chegou a liderar boa parte da disputa, mas não resistiu ao ataque final do octacampeão mundial.
Nenhum dos principais adversários de Slater - na corrida pelo título mundial desta temporada – os australianos Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning - conseguiu chegar até `as semi finais do Quicksilver Pro.
Com seus mais perigosos adversários eliminados prematuramente, Kelly passou a depender apenas dele mesmo para conquistar na França, por antecipação, o título mundial deste ano. Fato que só não se tornou realidade devido a vitória de Adrian Buchan na final.
Entre os brasileiros, Adriano de Souza, o Mineirinho, acabou em terceiro lugar. Este ano está sendo o melhor até agora na carreira do jovem talento brasileiro.
Na França, Mineirinho disputou uma bateria crucial nas quartas de final contra o americano Bobby Martinez. Com direito a um aerial reverse, o brasileiro provou que está melhor neste momento, fechou o caixão do californiano e avançou para as semi finais. Na reta final desta temporada, Bobby e Mineirinho estão disputando um lugar entre os top 5 no ranking final deste ano e até agora Mineirinho está levando a melhor.
Mick Campbell largou na frente na bateria das quartas de final que disputou contra Kelly Slater. Mick entrou na água apoiado por uma imensa torcida australiana, que contava com Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning. Todos eles com motivos de sobra para torcer pelo seu conterrâneo. Mas Mick acabou sendo apenas mais um australiano que não conseguiu impedir Slater de chegar até `a final na França.
A verdade é que a grande maioria dos top 45 já está de saco cheio de ver Kelly ganhar quase tudo este ano. E uma vitória do atual líder do ranking na França tiraria toda a emoção do resto da temporada.
Mas Kelly ignorou a torcida australiana e no final das contas a deixou mais uma vez frustrada. Depois de surfar as duas melhores ondas da bateria (9.17 e 8.33), o americano deixou Mick em combinação e avançou para mais uma semi final.
Kelly e Mineirinho se enfrentaram na primeira das semi finais. Slater começou a bateria usando a sua velha tática de pegar logo duas ondas e transferir a pressão para seu adversário. Mas desta vez ele caiu nas suas duas primeiras ondas, enquanto Mineirinho permaneceu no outside, com a prioridade, esperando por uma boa.
Kelly pegou sua terceira onda e arriscou várias manobras antes de finalizar a onda na areia com um ótimo aproveitamento. Porém, inexplicavelmente, os juízes lhe deram uma nota baixa (5.67). O que fez com que Kelly, numa atitude muito rara, levantasse as mãos dentro d’água reclamando dos juízes.
Mas depois dos cinco primeiros minutos da bateria, Kelly estava do jeito que gosta. Liderando, com a melhor onda até `aquele momento e dono da prioridade. Hora de sentar e esperar por uma boa.
Foi quando Mineirinho ensaiou uma reação. O brasileiro veio manobrando desde o outside, demonstrando um bom repertório de manobras, antes de finalizar a onda na areia. Nota: 9.10. A melhor da bateria até então.
Restando menos de 15 minutos, Kelly passou a precisar de um 7.77, o que não é nada pra alguém como ele, que costuma surfar melhor quando se encontra sobre pressão.
Mineirinho ainda surfou mais uma onda boa, que entrou em seu somatório, e deixou Kelly precisando de um 8.31 para virar o resultado.
Foi então que o americano pegou mais uma onda boa, os juízes lhe deram um 8.17 e ele passou a preciar de apenas um 5.81 para eliminar o brasileiro e garantir seu lugar em mais uma final nesta temporada.
Restando menos de 3 minutos para o final a situação permanecia inalterada. Na areia, Taj Burrow e seus amigos australianos torciam pelo brasileiro. Dentro d’água, Mineirinho tinha a prioridade. Bastava marcar Kelly e deixar o tempo passar.
Mas o brasileiro resolveu pegar mais uma onda e acabou deixando Slater sozinho no outside. Neste caso, é como deixar o Romário sozinho na área. Ou seja, na maioria das vezes é gol na certa.
Quando faltavam menos de dois minutos, Kelly pegou mais uma onda, marcou 6.72 e venceu a bateria. Mais uma vez Kelly Slater virou uma bateria nos últimos minutos. Foi a oitava vez que Mineirinho enfrentou Slater, que venceu todas as disputas.
Mineirinho acabou em terceiro lugar, seu melhor resultado nesta temporada, e agora ocupa o quarto lugar no ranking do ASP World Tour. Restam apenas mais 3 etapas para serem disputadas este ano.
Antes de chegar `a final da etapa francesa do ASP World Tour, Kelly Slater já havia disputado 5 finais nesta temporada. E vencido todas elas.
Kelly Slater enfrentou o goofy footer australiano Adrian Buchan na final da única etapa do ASP World Tour disputada na França E bastava derrotar o australiano para conquistar por antecipação o seu nono titulo mundial.
Esta é a terceira temporada de Adrian Buchan no ASP World Tour. E o australiano fez uma campanha brilhante na etapa francesa. Eliminou o californiano Dane Reynolds nas quartas de final e
chegou a final depois de derrotar o americano Damien Hobgood numa das semi finais. Foi a primeira vez que Adrian chegou a uma final da primeira divisão.
Na finalíssima, Adrian pegou a primeira onda e largou na frente. Mas Kelly surfou uma boa logo depois e a finalizou com uma “reentry”, seguido de um 360º. O Surf bonito, de linhas definidas e manobras radicais do octacampeão não deixa dúvida sobre quem é o melhor surfista da atualidade.
Mas Adrian não se intimidou, escolheu bem as suas ondas, manobrou nas partes criticas e conseguiu o que parecia impossível : derrotar Slater numa final nesta temporada. Foi a primeira vitória na carreira do australiano.
No final das contas, Kelly continua sem vencer na França. Seu jéjum de vitórias na etapa francesa do ASP World Tour já dura 12 anos. Desde 2002, ele não chegava sequer `as semi finais. No ano passado, foi eliminado no terceiro round pelo tahitiano Michel Bourez.
Computados os resultados do Quicksilver Pro, Adrian Buchan está em 9º lugar no ranking, enquanto Kelly Slater nunca esteve tão perto de conquistar seu nono título mundial.
Se chegar até as oitavas de final da próxima etapa do ASP World Tour, que será disputada `a partir do dia 29 de setembro nas longas e tubulares esquerdas de Mundaka, Kelly Slater será coroado campeão mundial por antecipação.
Caso Slater seja eliminado no primeiro ou no segundo round em Mundaka, e Mick Fanning ou Taj Burrow vençam a etapa espanhola, a corrida pelo título mundial deste ano se extenderá até, pelo menos, até a etapa brasileira.
A próxima etapa do ASP World Tour, que será disputada nas longas e tubulares esquerdas de Mundaka, na Espanha, `a partir do dia 29 de setembro.
FINAL:
Adrian Buchan AUS 15.74 x 15.16 Kelly Slater EUA
SEMIFINAIS:
1. Kelly Slater EUA 14.90 x 13.97 Adriano de Souza BRA
2. Adrian Buchan AUS 15.17 x 8.83 Damien Hobgood EUA
QUARTAS DE FINAL:
1. Adriano de Souza BRA 14.93 x 12.40 Bobby Martinez EUA
2. Kelly Slater EUA 17.50 x 12.33 Mick Campbell AUS
3. Adrian Buchan AUS 17.00 x 13.34 Dane Reynolds EUA
4. Damien Hobgood EUA 13.34 x 13.00 Michel Bourez TAH
OITAVAS DE FINAL:
1. Adriano de Souza BRA 9,50 x 9.33 Dayyan Neve AUS
2. Bobby Martinez EUA 14.66 x 12.00 Ben Dunn AUS
3. Mick Campbell AUS 14.00 x 11.17 Luke Stedman AUS
4. Kelly Slater EUA 18.27 x 14.77 Taylor Knox EUA
5. Dane Reynolds EUA 16.50 x 10.33 Taj Burrow AUS
6. Adrian Buchan AUS 14.50 x 10.66 Rodrigo Dornelles BRA
7. Michel Bourez TAH 13.50 x 11.57 Kieren Perrow AUS
8. Damien Hobgood EUA 8.67 x 8.50 CJ Hobgood EUA
ADRIAN BUCHAN DERROTA KELLY SLATER NA FINAL DA ETAPA FRANCESA DO ASP WORLD TOUR.
Hossegor, França, quarta feira, 24 de setembro de 2008 - O australiano Adrian Buchan (15.73) derrotou o americano Kelly Slater (15.16) na final do Quicksilver Pro, oitava etapa do ASP World Tour em 2008.
A final foi disputada em ondas com mais de 1 metro, mas as condições do mar estiveram bastante difíceis durante o último dia de competição em Hossegor. Principalmente por causa da ação do vento e da grande variação da maré.
Foi a sexta final que Kelly Slater disputou nesta temporada. Tendo vencido 5 delas. Com o resultado da etapa francesa, Slater aumentou ainda mais a sua diferença com relação ao segundo colocado do ranking atual, o australiano Taj Burrow, que foi eliminado pelo americano Dane Reynolds no quarto round.
Entre os brasileiros, o gaúcho Rodrigo Dorneles foi eliminado nas oitavas de final e acabou em 9º lugar. Já o paulista Adriano Mineirinho chegou até `as semi finais, quando foi eliminado por Kelly Slater numa bateria decidida nos últimos dois minutos.
O brasileiro chegou a liderar boa parte da disputa, mas não resistiu ao ataque final do octacampeão mundial.
Nenhum dos principais adversários de Slater - na corrida pelo título mundial desta temporada – os australianos Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning - conseguiu chegar até `as semi finais do Quicksilver Pro.
Com seus mais perigosos adversários eliminados prematuramente, Kelly passou a depender apenas dele mesmo para conquistar na França, por antecipação, o título mundial deste ano. Fato que só não se tornou realidade devido a vitória de Adrian Buchan na final.
Entre os brasileiros, Adriano de Souza, o Mineirinho, acabou em terceiro lugar. Este ano está sendo o melhor até agora na carreira do jovem talento brasileiro.
Na França, Mineirinho disputou uma bateria crucial nas quartas de final contra o americano Bobby Martinez. Com direito a um aerial reverse, o brasileiro provou que está melhor neste momento, fechou o caixão do californiano e avançou para as semi finais. Na reta final desta temporada, Bobby e Mineirinho estão disputando um lugar entre os top 5 no ranking final deste ano e até agora Mineirinho está levando a melhor.
Mick Campbell largou na frente na bateria das quartas de final que disputou contra Kelly Slater. Mick entrou na água apoiado por uma imensa torcida australiana, que contava com Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning. Todos eles com motivos de sobra para torcer pelo seu conterrâneo. Mas Mick acabou sendo apenas mais um australiano que não conseguiu impedir Slater de chegar até `a final na França.
A verdade é que a grande maioria dos top 45 já está de saco cheio de ver Kelly ganhar quase tudo este ano. E uma vitória do atual líder do ranking na França tiraria toda a emoção do resto da temporada.
Mas Kelly ignorou a torcida australiana e no final das contas a deixou mais uma vez frustrada. Depois de surfar as duas melhores ondas da bateria (9.17 e 8.33), o americano deixou Mick em combinação e avançou para mais uma semi final.
Kelly e Mineirinho se enfrentaram na primeira das semi finais. Slater começou a bateria usando a sua velha tática de pegar logo duas ondas e transferir a pressão para seu adversário. Mas desta vez ele caiu nas suas duas primeiras ondas, enquanto Mineirinho permaneceu no outside, com a prioridade, esperando por uma boa.
Kelly pegou sua terceira onda e arriscou várias manobras antes de finalizar a onda na areia com um ótimo aproveitamento. Porém, inexplicavelmente, os juízes lhe deram uma nota baixa (5.67). O que fez com que Kelly, numa atitude muito rara, levantasse as mãos dentro d’água reclamando dos juízes.
Mas depois dos cinco primeiros minutos da bateria, Kelly estava do jeito que gosta. Liderando, com a melhor onda até `aquele momento e dono da prioridade. Hora de sentar e esperar por uma boa.
Foi quando Mineirinho ensaiou uma reação. O brasileiro veio manobrando desde o outside, demonstrando um bom repertório de manobras, antes de finalizar a onda na areia. Nota: 9.10. A melhor da bateria até então.
Restando menos de 15 minutos, Kelly passou a precisar de um 7.77, o que não é nada pra alguém como ele, que costuma surfar melhor quando se encontra sobre pressão.
Mineirinho ainda surfou mais uma onda boa, que entrou em seu somatório, e deixou Kelly precisando de um 8.31 para virar o resultado.
Foi então que o americano pegou mais uma onda boa, os juízes lhe deram um 8.17 e ele passou a preciar de apenas um 5.81 para eliminar o brasileiro e garantir seu lugar em mais uma final nesta temporada.
Restando menos de 3 minutos para o final a situação permanecia inalterada. Na areia, Taj Burrow e seus amigos australianos torciam pelo brasileiro. Dentro d’água, Mineirinho tinha a prioridade. Bastava marcar Kelly e deixar o tempo passar.
Mas o brasileiro resolveu pegar mais uma onda e acabou deixando Slater sozinho no outside. Neste caso, é como deixar o Romário sozinho na área. Ou seja, na maioria das vezes é gol na certa.
Quando faltavam menos de dois minutos, Kelly pegou mais uma onda, marcou 6.72 e venceu a bateria. Mais uma vez Kelly Slater virou uma bateria nos últimos minutos. Foi a oitava vez que Mineirinho enfrentou Slater, que venceu todas as disputas.
Mineirinho acabou em terceiro lugar, seu melhor resultado nesta temporada, e agora ocupa o quarto lugar no ranking do ASP World Tour. Restam apenas mais 3 etapas para serem disputadas este ano.
Antes de chegar `a final da etapa francesa do ASP World Tour, Kelly Slater já havia disputado 5 finais nesta temporada. E vencido todas elas.
Kelly Slater enfrentou o goofy footer australiano Adrian Buchan na final da única etapa do ASP World Tour disputada na França E bastava derrotar o australiano para conquistar por antecipação o seu nono titulo mundial.
Esta é a terceira temporada de Adrian Buchan no ASP World Tour. E o australiano fez uma campanha brilhante na etapa francesa. Eliminou o californiano Dane Reynolds nas quartas de final e
chegou a final depois de derrotar o americano Damien Hobgood numa das semi finais. Foi a primeira vez que Adrian chegou a uma final da primeira divisão.
Na finalíssima, Adrian pegou a primeira onda e largou na frente. Mas Kelly surfou uma boa logo depois e a finalizou com uma “reentry”, seguido de um 360º. O Surf bonito, de linhas definidas e manobras radicais do octacampeão não deixa dúvida sobre quem é o melhor surfista da atualidade.
Mas Adrian não se intimidou, escolheu bem as suas ondas, manobrou nas partes criticas e conseguiu o que parecia impossível : derrotar Slater numa final nesta temporada. Foi a primeira vitória na carreira do australiano.
No final das contas, Kelly continua sem vencer na França. Seu jéjum de vitórias na etapa francesa do ASP World Tour já dura 12 anos. Desde 2002, ele não chegava sequer `as semi finais. No ano passado, foi eliminado no terceiro round pelo tahitiano Michel Bourez.
Computados os resultados do Quicksilver Pro, Adrian Buchan está em 9º lugar no ranking, enquanto Kelly Slater nunca esteve tão perto de conquistar seu nono título mundial.
Se chegar até as oitavas de final da próxima etapa do ASP World Tour, que será disputada `a partir do dia 29 de setembro nas longas e tubulares esquerdas de Mundaka, Kelly Slater será coroado campeão mundial por antecipação.
Caso Slater seja eliminado no primeiro ou no segundo round em Mundaka, e Mick Fanning ou Taj Burrow vençam a etapa espanhola, a corrida pelo título mundial deste ano se extenderá até, pelo menos, até a etapa brasileira.
A próxima etapa do ASP World Tour, que será disputada nas longas e tubulares esquerdas de Mundaka, na Espanha, `a partir do dia 29 de setembro.
FINAL:
Adrian Buchan AUS 15.74 x 15.16 Kelly Slater EUA
SEMIFINAIS:
1. Kelly Slater EUA 14.90 x 13.97 Adriano de Souza BRA
2. Adrian Buchan AUS 15.17 x 8.83 Damien Hobgood EUA
QUARTAS DE FINAL:
1. Adriano de Souza BRA 14.93 x 12.40 Bobby Martinez EUA
2. Kelly Slater EUA 17.50 x 12.33 Mick Campbell AUS
3. Adrian Buchan AUS 17.00 x 13.34 Dane Reynolds EUA
4. Damien Hobgood EUA 13.34 x 13.00 Michel Bourez TAH
OITAVAS DE FINAL:
1. Adriano de Souza BRA 9,50 x 9.33 Dayyan Neve AUS
2. Bobby Martinez EUA 14.66 x 12.00 Ben Dunn AUS
3. Mick Campbell AUS 14.00 x 11.17 Luke Stedman AUS
4. Kelly Slater EUA 18.27 x 14.77 Taylor Knox EUA
5. Dane Reynolds EUA 16.50 x 10.33 Taj Burrow AUS
6. Adrian Buchan AUS 14.50 x 10.66 Rodrigo Dornelles BRA
7. Michel Bourez TAH 13.50 x 11.57 Kieren Perrow AUS
8. Damien Hobgood EUA 8.67 x 8.50 CJ Hobgood EUA
A final foi disputada em ondas com mais de 1 metro, mas as condições do mar estiveram bastante difíceis durante o último dia de competição em Hossegor. Principalmente por causa da ação do vento e da grande variação da maré.
Foi a sexta final que Kelly Slater disputou nesta temporada. Tendo vencido 5 delas. Com o resultado da etapa francesa, Slater aumentou ainda mais a sua diferença com relação ao segundo colocado do ranking atual, o australiano Taj Burrow, que foi eliminado pelo americano Dane Reynolds no quarto round.
Entre os brasileiros, o gaúcho Rodrigo Dorneles foi eliminado nas oitavas de final e acabou em 9º lugar. Já o paulista Adriano Mineirinho chegou até `as semi finais, quando foi eliminado por Kelly Slater numa bateria decidida nos últimos dois minutos.
O brasileiro chegou a liderar boa parte da disputa, mas não resistiu ao ataque final do octacampeão mundial.
Nenhum dos principais adversários de Slater - na corrida pelo título mundial desta temporada – os australianos Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning - conseguiu chegar até `as semi finais do Quicksilver Pro.
Com seus mais perigosos adversários eliminados prematuramente, Kelly passou a depender apenas dele mesmo para conquistar na França, por antecipação, o título mundial deste ano. Fato que só não se tornou realidade devido a vitória de Adrian Buchan na final.
Entre os brasileiros, Adriano de Souza, o Mineirinho, acabou em terceiro lugar. Este ano está sendo o melhor até agora na carreira do jovem talento brasileiro.
Na França, Mineirinho disputou uma bateria crucial nas quartas de final contra o americano Bobby Martinez. Com direito a um aerial reverse, o brasileiro provou que está melhor neste momento, fechou o caixão do californiano e avançou para as semi finais. Na reta final desta temporada, Bobby e Mineirinho estão disputando um lugar entre os top 5 no ranking final deste ano e até agora Mineirinho está levando a melhor.
Mick Campbell largou na frente na bateria das quartas de final que disputou contra Kelly Slater. Mick entrou na água apoiado por uma imensa torcida australiana, que contava com Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning. Todos eles com motivos de sobra para torcer pelo seu conterrâneo. Mas Mick acabou sendo apenas mais um australiano que não conseguiu impedir Slater de chegar até `a final na França.
A verdade é que a grande maioria dos top 45 já está de saco cheio de ver Kelly ganhar quase tudo este ano. E uma vitória do atual líder do ranking na França tiraria toda a emoção do resto da temporada.
Mas Kelly ignorou a torcida australiana e no final das contas a deixou mais uma vez frustrada. Depois de surfar as duas melhores ondas da bateria (9.17 e 8.33), o americano deixou Mick em combinação e avançou para mais uma semi final.
Kelly e Mineirinho se enfrentaram na primeira das semi finais. Slater começou a bateria usando a sua velha tática de pegar logo duas ondas e transferir a pressão para seu adversário. Mas desta vez ele caiu nas suas duas primeiras ondas, enquanto Mineirinho permaneceu no outside, com a prioridade, esperando por uma boa.
Kelly pegou sua terceira onda e arriscou várias manobras antes de finalizar a onda na areia com um ótimo aproveitamento. Porém, inexplicavelmente, os juízes lhe deram uma nota baixa (5.67). O que fez com que Kelly, numa atitude muito rara, levantasse as mãos dentro d’água reclamando dos juízes.
Mas depois dos cinco primeiros minutos da bateria, Kelly estava do jeito que gosta. Liderando, com a melhor onda até `aquele momento e dono da prioridade. Hora de sentar e esperar por uma boa.
Foi quando Mineirinho ensaiou uma reação. O brasileiro veio manobrando desde o outside, demonstrando um bom repertório de manobras, antes de finalizar a onda na areia. Nota: 9.10. A melhor da bateria até então.
Restando menos de 15 minutos, Kelly passou a precisar de um 7.77, o que não é nada pra alguém como ele, que costuma surfar melhor quando se encontra sobre pressão.
Mineirinho ainda surfou mais uma onda boa, que entrou em seu somatório, e deixou Kelly precisando de um 8.31 para virar o resultado.
Foi então que o americano pegou mais uma onda boa, os juízes lhe deram um 8.17 e ele passou a preciar de apenas um 5.81 para eliminar o brasileiro e garantir seu lugar em mais uma final nesta temporada.
Restando menos de 3 minutos para o final a situação permanecia inalterada. Na areia, Taj Burrow e seus amigos australianos torciam pelo brasileiro. Dentro d’água, Mineirinho tinha a prioridade. Bastava marcar Kelly e deixar o tempo passar.
Mas o brasileiro resolveu pegar mais uma onda e acabou deixando Slater sozinho no outside. Neste caso, é como deixar o Romário sozinho na área. Ou seja, na maioria das vezes é gol na certa.
Quando faltavam menos de dois minutos, Kelly pegou mais uma onda, marcou 6.72 e venceu a bateria. Mais uma vez Kelly Slater virou uma bateria nos últimos minutos. Foi a oitava vez que Mineirinho enfrentou Slater, que venceu todas as disputas.
Mineirinho acabou em terceiro lugar, seu melhor resultado nesta temporada, e agora ocupa o quarto lugar no ranking do ASP World Tour. Restam apenas mais 3 etapas para serem disputadas este ano.
Antes de chegar `a final da etapa francesa do ASP World Tour, Kelly Slater já havia disputado 5 finais nesta temporada. E vencido todas elas.
Kelly Slater enfrentou o goofy footer australiano Adrian Buchan na final da única etapa do ASP World Tour disputada na França E bastava derrotar o australiano para conquistar por antecipação o seu nono titulo mundial.
Esta é a terceira temporada de Adrian Buchan no ASP World Tour. E o australiano fez uma campanha brilhante na etapa francesa. Eliminou o californiano Dane Reynolds nas quartas de final e
chegou a final depois de derrotar o americano Damien Hobgood numa das semi finais. Foi a primeira vez que Adrian chegou a uma final da primeira divisão.
Na finalíssima, Adrian pegou a primeira onda e largou na frente. Mas Kelly surfou uma boa logo depois e a finalizou com uma “reentry”, seguido de um 360º. O Surf bonito, de linhas definidas e manobras radicais do octacampeão não deixa dúvida sobre quem é o melhor surfista da atualidade.
Mas Adrian não se intimidou, escolheu bem as suas ondas, manobrou nas partes criticas e conseguiu o que parecia impossível : derrotar Slater numa final nesta temporada. Foi a primeira vitória na carreira do australiano.
No final das contas, Kelly continua sem vencer na França. Seu jéjum de vitórias na etapa francesa do ASP World Tour já dura 12 anos. Desde 2002, ele não chegava sequer `as semi finais. No ano passado, foi eliminado no terceiro round pelo tahitiano Michel Bourez.
Computados os resultados do Quicksilver Pro, Adrian Buchan está em 9º lugar no ranking, enquanto Kelly Slater nunca esteve tão perto de conquistar seu nono título mundial.
Se chegar até as oitavas de final da próxima etapa do ASP World Tour, que será disputada `a partir do dia 29 de setembro nas longas e tubulares esquerdas de Mundaka, Kelly Slater será coroado campeão mundial por antecipação.
Caso Slater seja eliminado no primeiro ou no segundo round em Mundaka, e Mick Fanning ou Taj Burrow vençam a etapa espanhola, a corrida pelo título mundial deste ano se extenderá até, pelo menos, até a etapa brasileira.
A próxima etapa do ASP World Tour, que será disputada nas longas e tubulares esquerdas de Mundaka, na Espanha, `a partir do dia 29 de setembro.
FINAL:
Adrian Buchan AUS 15.74 x 15.16 Kelly Slater EUA
SEMIFINAIS:
1. Kelly Slater EUA 14.90 x 13.97 Adriano de Souza BRA
2. Adrian Buchan AUS 15.17 x 8.83 Damien Hobgood EUA
QUARTAS DE FINAL:
1. Adriano de Souza BRA 14.93 x 12.40 Bobby Martinez EUA
2. Kelly Slater EUA 17.50 x 12.33 Mick Campbell AUS
3. Adrian Buchan AUS 17.00 x 13.34 Dane Reynolds EUA
4. Damien Hobgood EUA 13.34 x 13.00 Michel Bourez TAH
OITAVAS DE FINAL:
1. Adriano de Souza BRA 9,50 x 9.33 Dayyan Neve AUS
2. Bobby Martinez EUA 14.66 x 12.00 Ben Dunn AUS
3. Mick Campbell AUS 14.00 x 11.17 Luke Stedman AUS
4. Kelly Slater EUA 18.27 x 14.77 Taylor Knox EUA
5. Dane Reynolds EUA 16.50 x 10.33 Taj Burrow AUS
6. Adrian Buchan AUS 14.50 x 10.66 Rodrigo Dornelles BRA
7. Michel Bourez TAH 13.50 x 11.57 Kieren Perrow AUS
8. Damien Hobgood EUA 8.67 x 8.50 CJ Hobgood EUA
ADRIAN BUCHAN DERROTA KELLY SLATER NA FINAL DA ETAPA FRANCESA DO ASP WORLD TOUR.
O australiano Adrian Buchan (15.73) derrotou o americano Kelly Slater (15.16)na final do Quicksilver Pro, oitava etapa do ASP World Tour em 2008.
A final foi disputada em ondas com mais de 1 metro, mas as condições do mar estiveram bastante difíceis durante o último dia de competição em Hossegor. Principalmente por causa da ação do vento e da grande variação da maré.
Foi a sexta final que Kelly Slater disputou nesta temporada. Tendo vencido 5 delas. Com o resultado da etapa francesa, Slater aumentou ainda mais a sua diferença com relação ao segundo colocado do ranking atual, o australiano Taj Burrow, que foi eliminado pelo americano Dane Reynolds no quarto round.
Entre os brasileiros, o gaúcho Rodrigo Dorneles foi eliminado nas oitavas de final e acabou em 9º lugar. Já o paulista Adriano Mineirinho chegou até `as semi finais, quando foi eliminado por Kelly Slater numa bateria decidida nos últimos dois minutos.
O brasileiro chegou a liderar boa parte da disputa, mas não resistiu ao ataque final do octacampeão mundial.
Nenhum dos principais adversários de Slater - na corrida pelo título mundial desta temporada – os australianos Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning - conseguiu chegar até `as semi finais do Quicksilver Pro.
Com seus mais perigosos adversários eliminados prematuramente, Kelly passou a depender apenas dele mesmo para conquistar na França, por antecipação, o título mundial deste ano. Fato que só não se tornou realidade devido a vitória de Adrian Buchan na final.
Entre os brasileiros, Adriano de Souza, o Mineirinho, acabou em terceiro lugar. Este ano está sendo o melhor até agora na carreira do jovem talento brasileiro.
Na França, Mineirinho disputou uma bateria crucial nas quartas de final contra o americano Bobby Martinez. Com direito a um aerial reverse, o brasileiro provou que está melhor neste momento, fechou o caixão do californiano e avançou para as semi finais. Na reta final desta temporada, Bobby e Mineirinho estão disputando um lugar entre os top 5 no ranking final deste ano e até agora Mineirinho está levando a melhor.
Mick Campbell largou na frente na bateria das quartas de final que disputou contra Kelly Slater. Mick entrou na água apoiado por uma imensa torcida australiana, que contava com Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning. Todos eles com motivos de sobra para torcer pelo seu conterrâneo. Mas Mick acabou sendo apenas mais um australiano que não conseguiu impedir Slater de chegar até `a final na França.
A verdade é que a grande maioria dos top 45 já está de saco cheio de ver Kelly ganhar quase tudo este ano. E uma vitória do atual líder do ranking na França tiraria toda a emoção do resto da temporada.
Mas Kelly ignorou a torcida australiana e no final das contas a deixou mais uma vez frustrada. Depois de surfar as duas melhores ondas da bateria (9.17 e 8.33), o americano deixou Mick em combinação e avançou para mais uma semi final.
Kelly e Mineirinho se enfrentaram na primeira das semi finais. Slater começou a bateria usando a sua velha tática de pegar logo duas ondas e transferir a pressão para seu adversário. Mas desta vez ele caiu nas suas duas primeiras ondas, enquanto Mineirinho permaneceu no outside, com a prioridade, esperando por uma boa.
Kelly pegou sua terceira onda e arriscou várias manobras antes de finalizar a onda na areia com um ótimo aproveitamento. Porém, inexplicavelmente, os juízes lhe deram uma nota baixa (5.67). O que fez com que Kelly, numa atitude muito rara, levantasse as mãos dentro d’água reclamando dos juízes.
Mas depois dos cinco primeiros minutos da bateria, Kelly estava do jeito que gosta. Liderando, com a melhor onda até `aquele momento e dono da prioridade. Hora de sentar e esperar por uma boa.
Foi quando Mineirinho ensaiou uma reação. O brasileiro veio manobrando desde o outside, demonstrando um bom repertório de manobras, antes de finalizar a onda na areia. Nota: 9.10. A melhor da bateria até então.
Restando menos de 15 minutos, Kelly passou a precisar de um 7.77, o que não é nada pra alguém como ele, que costuma surfar melhor quando se encontra sobre pressão.
Mineirinho ainda surfou mais uma onda boa, que entrou em seu somatório, e deixou Kelly precisando de um 8.31 para virar o resultado.
Foi então que o americano pegou mais uma onda boa, os juízes lhe deram um 8.17 e ele passou a preciar de apenas um 5.81 para eliminar o brasileiro e garantir seu lugar em mais uma final nesta temporada.
Restando menos de 3 minutos para o final a situação permanecia inalterada. Na areia, Taj Burrow e seus amigos australianos torciam pelo brasileiro. Dentro d’água, Mineirinho tinha a prioridade. Bastava marcar Kelly e deixar o tempo passar.
Mas o brasileiro resolveu pegar mais uma onda e acabou deixando Slater sozinho no outside. Neste caso, é como deixar o Romário sozinho na área. Ou seja, na maioria das vezes é gol na certa.
Quando faltavam menos de dois minutos, Kelly pegou mais uma onda, marcou 6.72 e venceu a bateria. Mais uma vez Kelly Slater virou uma bateria nos últimos minutos. Foi a oitava vez que Mineirinho enfrentou Slater, que venceu todas as disputas.
Mineirinho acabou em terceiro lugar, seu melhor resultado nesta temporada, e agora ocupa o quarto lugar no ranking do ASP World Tour. Restam apenas mais 3 etapas para serem disputadas este ano.
Antes de chegar `a final da etapa francesa do ASP World Tour, Kelly Slater já havia disputado 5 finais nesta temporada. E vencido todas elas.
Kelly Slater enfrentou o goofy footer australiano Adrian Buchan na final da única etapa do ASP World Tour disputada na França E bastava derrotar o australiano para conquistar por antecipação o seu nono titulo mundial.
Esta é a terceira temporada de Adrian Buchan no ASP World Tour. E o australiano fez uma campanha brilhante na etapa francesa. Eliminou o californiano Dane Reynolds nas quartas de final e
chegou a final depois de derrotar o americano Damien Hobgood numa das semi finais. Foi a primeira vez que Adrian chegou a uma final da primeira divisão.
Na finalíssima, Adrian pegou a primeira onda e largou na frente. Mas Kelly surfou uma boa logo depois e a finalizou com uma “reentry”, seguido de um 360º. O Surf bonito, de linhas definidas e manobras radicais do octacampeão não deixa dúvida sobre quem é o melhor surfista da atualidade.
Mas Adrian não se intimidou, escolheu bem as suas ondas, manobrou nas partes criticas e conseguiu o que parecia impossível : derrotar Slater numa final nesta temporada. Foi a primeira vitória na carreira do australiano.
No final das contas, Kelly continua sem vencer na França. Seu jéjum de vitórias na etapa francesa do ASP World Tour já dura 12 anos. Desde 2002, ele não chegava sequer `as semi finais. No ano passado, foi eliminado no terceiro round pelo tahitiano Michel Bourez.
Computados os resultados do Quicksilver Pro, Adrian Buchan está em 9º lugar no ranking, enquanto Kelly Slater nunca esteve tão perto de conquistar seu nono título mundial.
Se chegar até as oitavas de final da próxima etapa do ASP World Tour, que será disputada `a partir do dia 29 de setembro nas longas e tubulares esquerdas de Mundaka, Kelly Slater será coroado campeão mundial por antecipação.
Caso Slater seja eliminado no primeiro ou no segundo round em Mundaka, e Mick Fanning ou Taj Burrow vençam a etapa espanhola, a corrida pelo título mundial deste ano se extenderá até, pelo menos, até a etapa brasileira.
A próxima etapa do ASP World Tour, que será disputada nas longas e tubulares esquerdas de Mundaka, na Espanha, `a partir do dia 29 de setembro.
FINAL:
Adrian Buchan AUS 15.74 x 15.16 Kelly Slater EUA
SEMIFINAIS:
1. Kelly Slater EUA 14.90 x 13.97 Adriano de Souza BRA
2. Adrian Buchan AUS 15.17 x 8.83 Damien Hobgood EUA
QUARTAS DE FINAL:
1. Adriano de Souza BRA 14.93 x 12.40 Bobby Martinez EUA
2. Kelly Slater EUA 17.50 x 12.33 Mick Campbell AUS
3. Adrian Buchan AUS 17.00 x 13.34 Dane Reynolds EUA
4. Damien Hobgood EUA 13.34 x 13.00 Michel Bourez TAH
OITAVAS DE FINAL:
1. Adriano de Souza BRA 9,50 x 9.33 Dayyan Neve AUS
2. Bobby Martinez EUA 14.66 x 12.00 Ben Dunn AUS
3. Mick Campbell AUS 14.00 x 11.17 Luke Stedman AUS
4. Kelly Slater EUA 18.27 x 14.77 Taylor Knox EUA
5. Dane Reynolds EUA 16.50 x 10.33 Taj Burrow AUS
6. Adrian Buchan AUS 14.50 x 10.66 Rodrigo Dornelles BRA
7. Michel Bourez TAH 13.50 x 11.57 Kieren Perrow AUS
8. Damien Hobgood EUA 8.67 x 8.50 CJ Hobgood EUA
A final foi disputada em ondas com mais de 1 metro, mas as condições do mar estiveram bastante difíceis durante o último dia de competição em Hossegor. Principalmente por causa da ação do vento e da grande variação da maré.
Foi a sexta final que Kelly Slater disputou nesta temporada. Tendo vencido 5 delas. Com o resultado da etapa francesa, Slater aumentou ainda mais a sua diferença com relação ao segundo colocado do ranking atual, o australiano Taj Burrow, que foi eliminado pelo americano Dane Reynolds no quarto round.
Entre os brasileiros, o gaúcho Rodrigo Dorneles foi eliminado nas oitavas de final e acabou em 9º lugar. Já o paulista Adriano Mineirinho chegou até `as semi finais, quando foi eliminado por Kelly Slater numa bateria decidida nos últimos dois minutos.
O brasileiro chegou a liderar boa parte da disputa, mas não resistiu ao ataque final do octacampeão mundial.
Nenhum dos principais adversários de Slater - na corrida pelo título mundial desta temporada – os australianos Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning - conseguiu chegar até `as semi finais do Quicksilver Pro.
Com seus mais perigosos adversários eliminados prematuramente, Kelly passou a depender apenas dele mesmo para conquistar na França, por antecipação, o título mundial deste ano. Fato que só não se tornou realidade devido a vitória de Adrian Buchan na final.
Entre os brasileiros, Adriano de Souza, o Mineirinho, acabou em terceiro lugar. Este ano está sendo o melhor até agora na carreira do jovem talento brasileiro.
Na França, Mineirinho disputou uma bateria crucial nas quartas de final contra o americano Bobby Martinez. Com direito a um aerial reverse, o brasileiro provou que está melhor neste momento, fechou o caixão do californiano e avançou para as semi finais. Na reta final desta temporada, Bobby e Mineirinho estão disputando um lugar entre os top 5 no ranking final deste ano e até agora Mineirinho está levando a melhor.
Mick Campbell largou na frente na bateria das quartas de final que disputou contra Kelly Slater. Mick entrou na água apoiado por uma imensa torcida australiana, que contava com Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning. Todos eles com motivos de sobra para torcer pelo seu conterrâneo. Mas Mick acabou sendo apenas mais um australiano que não conseguiu impedir Slater de chegar até `a final na França.
A verdade é que a grande maioria dos top 45 já está de saco cheio de ver Kelly ganhar quase tudo este ano. E uma vitória do atual líder do ranking na França tiraria toda a emoção do resto da temporada.
Mas Kelly ignorou a torcida australiana e no final das contas a deixou mais uma vez frustrada. Depois de surfar as duas melhores ondas da bateria (9.17 e 8.33), o americano deixou Mick em combinação e avançou para mais uma semi final.
Kelly e Mineirinho se enfrentaram na primeira das semi finais. Slater começou a bateria usando a sua velha tática de pegar logo duas ondas e transferir a pressão para seu adversário. Mas desta vez ele caiu nas suas duas primeiras ondas, enquanto Mineirinho permaneceu no outside, com a prioridade, esperando por uma boa.
Kelly pegou sua terceira onda e arriscou várias manobras antes de finalizar a onda na areia com um ótimo aproveitamento. Porém, inexplicavelmente, os juízes lhe deram uma nota baixa (5.67). O que fez com que Kelly, numa atitude muito rara, levantasse as mãos dentro d’água reclamando dos juízes.
Mas depois dos cinco primeiros minutos da bateria, Kelly estava do jeito que gosta. Liderando, com a melhor onda até `aquele momento e dono da prioridade. Hora de sentar e esperar por uma boa.
Foi quando Mineirinho ensaiou uma reação. O brasileiro veio manobrando desde o outside, demonstrando um bom repertório de manobras, antes de finalizar a onda na areia. Nota: 9.10. A melhor da bateria até então.
Restando menos de 15 minutos, Kelly passou a precisar de um 7.77, o que não é nada pra alguém como ele, que costuma surfar melhor quando se encontra sobre pressão.
Mineirinho ainda surfou mais uma onda boa, que entrou em seu somatório, e deixou Kelly precisando de um 8.31 para virar o resultado.
Foi então que o americano pegou mais uma onda boa, os juízes lhe deram um 8.17 e ele passou a preciar de apenas um 5.81 para eliminar o brasileiro e garantir seu lugar em mais uma final nesta temporada.
Restando menos de 3 minutos para o final a situação permanecia inalterada. Na areia, Taj Burrow e seus amigos australianos torciam pelo brasileiro. Dentro d’água, Mineirinho tinha a prioridade. Bastava marcar Kelly e deixar o tempo passar.
Mas o brasileiro resolveu pegar mais uma onda e acabou deixando Slater sozinho no outside. Neste caso, é como deixar o Romário sozinho na área. Ou seja, na maioria das vezes é gol na certa.
Quando faltavam menos de dois minutos, Kelly pegou mais uma onda, marcou 6.72 e venceu a bateria. Mais uma vez Kelly Slater virou uma bateria nos últimos minutos. Foi a oitava vez que Mineirinho enfrentou Slater, que venceu todas as disputas.
Mineirinho acabou em terceiro lugar, seu melhor resultado nesta temporada, e agora ocupa o quarto lugar no ranking do ASP World Tour. Restam apenas mais 3 etapas para serem disputadas este ano.
Antes de chegar `a final da etapa francesa do ASP World Tour, Kelly Slater já havia disputado 5 finais nesta temporada. E vencido todas elas.
Kelly Slater enfrentou o goofy footer australiano Adrian Buchan na final da única etapa do ASP World Tour disputada na França E bastava derrotar o australiano para conquistar por antecipação o seu nono titulo mundial.
Esta é a terceira temporada de Adrian Buchan no ASP World Tour. E o australiano fez uma campanha brilhante na etapa francesa. Eliminou o californiano Dane Reynolds nas quartas de final e
chegou a final depois de derrotar o americano Damien Hobgood numa das semi finais. Foi a primeira vez que Adrian chegou a uma final da primeira divisão.
Na finalíssima, Adrian pegou a primeira onda e largou na frente. Mas Kelly surfou uma boa logo depois e a finalizou com uma “reentry”, seguido de um 360º. O Surf bonito, de linhas definidas e manobras radicais do octacampeão não deixa dúvida sobre quem é o melhor surfista da atualidade.
Mas Adrian não se intimidou, escolheu bem as suas ondas, manobrou nas partes criticas e conseguiu o que parecia impossível : derrotar Slater numa final nesta temporada. Foi a primeira vitória na carreira do australiano.
No final das contas, Kelly continua sem vencer na França. Seu jéjum de vitórias na etapa francesa do ASP World Tour já dura 12 anos. Desde 2002, ele não chegava sequer `as semi finais. No ano passado, foi eliminado no terceiro round pelo tahitiano Michel Bourez.
Computados os resultados do Quicksilver Pro, Adrian Buchan está em 9º lugar no ranking, enquanto Kelly Slater nunca esteve tão perto de conquistar seu nono título mundial.
Se chegar até as oitavas de final da próxima etapa do ASP World Tour, que será disputada `a partir do dia 29 de setembro nas longas e tubulares esquerdas de Mundaka, Kelly Slater será coroado campeão mundial por antecipação.
Caso Slater seja eliminado no primeiro ou no segundo round em Mundaka, e Mick Fanning ou Taj Burrow vençam a etapa espanhola, a corrida pelo título mundial deste ano se extenderá até, pelo menos, até a etapa brasileira.
A próxima etapa do ASP World Tour, que será disputada nas longas e tubulares esquerdas de Mundaka, na Espanha, `a partir do dia 29 de setembro.
FINAL:
Adrian Buchan AUS 15.74 x 15.16 Kelly Slater EUA
SEMIFINAIS:
1. Kelly Slater EUA 14.90 x 13.97 Adriano de Souza BRA
2. Adrian Buchan AUS 15.17 x 8.83 Damien Hobgood EUA
QUARTAS DE FINAL:
1. Adriano de Souza BRA 14.93 x 12.40 Bobby Martinez EUA
2. Kelly Slater EUA 17.50 x 12.33 Mick Campbell AUS
3. Adrian Buchan AUS 17.00 x 13.34 Dane Reynolds EUA
4. Damien Hobgood EUA 13.34 x 13.00 Michel Bourez TAH
OITAVAS DE FINAL:
1. Adriano de Souza BRA 9,50 x 9.33 Dayyan Neve AUS
2. Bobby Martinez EUA 14.66 x 12.00 Ben Dunn AUS
3. Mick Campbell AUS 14.00 x 11.17 Luke Stedman AUS
4. Kelly Slater EUA 18.27 x 14.77 Taylor Knox EUA
5. Dane Reynolds EUA 16.50 x 10.33 Taj Burrow AUS
6. Adrian Buchan AUS 14.50 x 10.66 Rodrigo Dornelles BRA
7. Michel Bourez TAH 13.50 x 11.57 Kieren Perrow AUS
8. Damien Hobgood EUA 8.67 x 8.50 CJ Hobgood EUA
terça-feira, 23 de setembro de 2008
KELLY SLATER MAIS PERTO DO QUE NUNCA DO INÉDITO NONO TÍTULO MUNDIAL. DOIS BRASILEIROS ESTÃO CLASSIFICADOS PARA DISPUTAR AS OITAVAS DE FINAL.
HOSSEGOR, França (Terça feira, 23-09-2008) – O americano Kelly Slater tem cada vez mais chances de conquistar por antecipação o título mundial desta temporada. Que pode vir a ser o nono na sua incrível carreira. Uma façanha inédita na história do surf profissional.
Hoje, o wildcard tahitiano, Michel Bourez, atualmente em 14ª lugar no ranking do WQS, ajudou indiretamente o octacampeão mundial. Michel eliminou o atual terceiro colocado no ranking do WCT, o australiano Bede Durbidge, no terceiro round do Quicksilver Pro. O detalhe curioso é que no ano passado, Bourez, eliminou Slater neste mesmo evento.
Kelly fez seu dever de casa no terceiro round e venceu a sua bateria contra o atual campeão europeu Junior, o francês Joan Duru. Slater vai enfrentar Taylor Knox na quarta bateria do próximo round.
Kelly venceu 5 das 7 etapas do WCT já disputadas nesta temporada. E se vencer a etapa francesa pode conquistar o título mundial por antecipacão. Neste caso, o australiano Taj Burrow não pode passar das semifinais.
E por falar em Taj, ele imprimiu um ritmo forte na sua bateria de hoje contra o wildcard americano Gabe Kling. Mas no quarto round terá pela frente o talentoso Dane Reynolds, que vem embalado por uma vitória sobre o sul africano Jordy Smith.
Os brasileiros Adriano de Souza e Rodrigo Dorneles venceram sua baterias do terceiro round e vão disputar a próxima fase do Quicksilver Pro, oitava etapa do WCT 2008.
Na décima primeira bateria do terceiro round, o gaúcho Rodrigo Dornelles eliminou o francês Jeremy Flores, atual 10º colocado no ranking do WCT. Rodrigo vai enfrentar o australiano Adrian Buchan na sexta bateria do quarto round.
O paulista Adriano De Souza, o Mineirinho, derrotou o sul africano Travis Logie no terceiro round e vai enfrentar o australiano Dayyan Neve na próxima fase.
Dependendo do seu resultado na etapa francesa, Mineirinho pode entrar para o seleto grupo dos top 5 do WCT.
O cearense Heitor Alves vinha bem na competição, mas perdeu uma boa oportunidade de subir no ranking ao ser eliminado pelo australiano Dayan Neve na segunda bateria do terceiro round.
Já o paranaense Jihad Khodr foi eliminado pelo californiano Bobby Martinez e pelo visto vai precisar mesmo se reclassificar pelo ranking da divisão de acesso.
Este ano, Jihad conseguiu passar apenas duas baterias no WCT e está em 43º lugar no ranking atual da primeira divisão. Vale lembrar que apenas os 28 primeiros se classificam para disputar a temporada seguinte.
As previsões indicam boas condições para o dia de amanhã e a primeira bateria do quarto round deve entrar na água por volta das oito da manhã, horário da França.
RESULTADOS TERCEIRO ROUND.
1: Adriano de Souza (BRA) 13.17 X 10.50 Travis Logie (AFS)
2: Dayyan Neve (AUS) 10.83 X 8.50 Heitor Alves (BRA)
3: Ben Dunn (AUS) 14 X 7.84 Chris Ward (USA)
4: Bobby Martinez (USA) 14.67 X 12.83 Jihad Khodr (BRA)
5: Mick Campbell (AUS) 12.33 X 12 Kai Otton (AUS)
6: Luke Stedman (AUS) 12.56 X 12.50 Pancho Sullivan (HAW)
7: Taylor Knox (USA) 15 X 12.46 Tom Whitaker (AUS)
8: Kelly Slater (USA) 16 X 13 Joan Duru (FRA)
BATERIAS QUARTO ROUND:
1: Adriano de Souza (BRA) X Dayyan Neve (AUS)
2: Ben Dunn (AUS) X Bobby Martinez (USA)
3: Mick Campbell (AUS) X Luke Stedman (AUS)
4: Taylor Knox (USA) X Kelly Slater (USA)
5: Taj Burrow (AUS) X Dane Reynolds (USA)
6: Rodrigo Dornelles (BRA) X Adrian Buchan (AUS)
7: Michel Bourez (PYF) X Kieren Perrow (AUS)
8: C.J. Hobgood (USA) X. Damien Hobgood.
Hoje, o wildcard tahitiano, Michel Bourez, atualmente em 14ª lugar no ranking do WQS, ajudou indiretamente o octacampeão mundial. Michel eliminou o atual terceiro colocado no ranking do WCT, o australiano Bede Durbidge, no terceiro round do Quicksilver Pro. O detalhe curioso é que no ano passado, Bourez, eliminou Slater neste mesmo evento.
Kelly fez seu dever de casa no terceiro round e venceu a sua bateria contra o atual campeão europeu Junior, o francês Joan Duru. Slater vai enfrentar Taylor Knox na quarta bateria do próximo round.
Kelly venceu 5 das 7 etapas do WCT já disputadas nesta temporada. E se vencer a etapa francesa pode conquistar o título mundial por antecipacão. Neste caso, o australiano Taj Burrow não pode passar das semifinais.
E por falar em Taj, ele imprimiu um ritmo forte na sua bateria de hoje contra o wildcard americano Gabe Kling. Mas no quarto round terá pela frente o talentoso Dane Reynolds, que vem embalado por uma vitória sobre o sul africano Jordy Smith.
Os brasileiros Adriano de Souza e Rodrigo Dorneles venceram sua baterias do terceiro round e vão disputar a próxima fase do Quicksilver Pro, oitava etapa do WCT 2008.
Na décima primeira bateria do terceiro round, o gaúcho Rodrigo Dornelles eliminou o francês Jeremy Flores, atual 10º colocado no ranking do WCT. Rodrigo vai enfrentar o australiano Adrian Buchan na sexta bateria do quarto round.
O paulista Adriano De Souza, o Mineirinho, derrotou o sul africano Travis Logie no terceiro round e vai enfrentar o australiano Dayyan Neve na próxima fase.
Dependendo do seu resultado na etapa francesa, Mineirinho pode entrar para o seleto grupo dos top 5 do WCT.
O cearense Heitor Alves vinha bem na competição, mas perdeu uma boa oportunidade de subir no ranking ao ser eliminado pelo australiano Dayan Neve na segunda bateria do terceiro round.
Já o paranaense Jihad Khodr foi eliminado pelo californiano Bobby Martinez e pelo visto vai precisar mesmo se reclassificar pelo ranking da divisão de acesso.
Este ano, Jihad conseguiu passar apenas duas baterias no WCT e está em 43º lugar no ranking atual da primeira divisão. Vale lembrar que apenas os 28 primeiros se classificam para disputar a temporada seguinte.
As previsões indicam boas condições para o dia de amanhã e a primeira bateria do quarto round deve entrar na água por volta das oito da manhã, horário da França.
RESULTADOS TERCEIRO ROUND.
1: Adriano de Souza (BRA) 13.17 X 10.50 Travis Logie (AFS)
2: Dayyan Neve (AUS) 10.83 X 8.50 Heitor Alves (BRA)
3: Ben Dunn (AUS) 14 X 7.84 Chris Ward (USA)
4: Bobby Martinez (USA) 14.67 X 12.83 Jihad Khodr (BRA)
5: Mick Campbell (AUS) 12.33 X 12 Kai Otton (AUS)
6: Luke Stedman (AUS) 12.56 X 12.50 Pancho Sullivan (HAW)
7: Taylor Knox (USA) 15 X 12.46 Tom Whitaker (AUS)
8: Kelly Slater (USA) 16 X 13 Joan Duru (FRA)
BATERIAS QUARTO ROUND:
1: Adriano de Souza (BRA) X Dayyan Neve (AUS)
2: Ben Dunn (AUS) X Bobby Martinez (USA)
3: Mick Campbell (AUS) X Luke Stedman (AUS)
4: Taylor Knox (USA) X Kelly Slater (USA)
5: Taj Burrow (AUS) X Dane Reynolds (USA)
6: Rodrigo Dornelles (BRA) X Adrian Buchan (AUS)
7: Michel Bourez (PYF) X Kieren Perrow (AUS)
8: C.J. Hobgood (USA) X. Damien Hobgood.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
WCT MASCULINO : PARKINSON E FANNING ELIMINADOS NA FRANÇA. KELLY SLATER E TAJ BURROW CLASSIFICADOS PARA DISPUTAR O TERCEIRO ROUND.
HOSSEGOR, França, segunda feira, 22 de setembro de 2008 – Foi adiado até amanhã o reinício do Quicksilver Pro, oitava etapa no calendário do WCT 2008.
Neste último final de semana foram disputadas as baterias da primeira e da segunda fase do evento. Kelly Slater e Taj Burrow, respectivamente primeiro e segundo colocado no ranking atual, estão classificados para disputar o terceiro round.
Este ano Kelly Slater está tentando melhorar seu retrospecto na França. Desde 2002 ele não consegue passar das semifinais da etapa francesa. No ano passado, ele foi eliminado na terceira fase pelo tahitiano Michel Bourez.
Quatro surfistas brasileiros irão disputar o terceiro round: o paulista Adriano de Souza, o cearense Heitor Alves, o paranaense Jihad Kohdr e o gaúcho Rodrigo Dornelles. O carioca Leonardo Neves foi eliminado no segundo round. O catarinense Neco Padaratz alegou uma contusão para não disputar a prova francesa do WCT.
Rodrigo Dornelles, o Pedra, foi o único brasileiro a vencer sua bateria do primeiro round e se classificar direto para o terceiro round. Leo Neves, Mineirinho, Jihad Kohdr e Heitor Alves tiveram que disputar o segundo round.
Heitor teve uma boa atuação no segundo round contra Michael Picon, quando liderou a disputa desde o seu inicio. É impresionante a quantidade de manobras acrobáticas que o cearense tem no seu repertório. Aerials, tail slides, 360ºs...
O talento e a versatilidade de Heitor ficam ainda mais evidentes nos beach breaks, onde ele é capaz de tirar um aerial da cartola e vencer uma bateria em questão de segundos.
Depois de conseguir um quinto lugar na etapa de Tretels - o melhor resultado da sua carreira até o momento - Heitor está começando a se sentir mais a vontade entre os top 45 e já pode sonhar com vôos mais altos.
Octacampeão mundial e atual líder disparado do ranking da primeira divisão, Kelly Slater eliminou o francês Tim Boal pelo placar de 17.67 x 15.00 no segundo round e vai enfrentar outro surfista local, Joan Duru, na próxima fase.
Tim Boal chegou a liderar a bateria contra Slater, mas o americano virou o resultado quando restavam menos de cinco minutos para o encerramento da bateria. No último minuto, Kelly ainda surfou uma onda nota 9.0 e deixou seu adversário em combinação.
Dependendo dos resultados na França, Slater pode conquistar por antecipação o nono título mundial da sua carreira. Mas vai ter que vencer a etapa francesa e torcer para que os australianos Taj Burrow e Bede Durbidge não cheguem às semifinais e à final, respectivamente. Ambos os australianos estão classificados para disputar o terceiro round do Quicksilver Pro.
Duas grandes zebras aconteceram no segundo round do Quicksilver Pro. A eliminação dos australianos Joel Parkinson –quarto lugar no ranking atual – e Mick Faning – quinto colocado no ranking do WCT antes da etapa francesa - praticamente acabou com as chances dos dois de conquistar o titulo mundial desta temporada.
Parko parecia bastante desapontado com sua eliminação prematura. Segundo ele seria melhor “ dar logo o título mundial desta temporada pro Kelly e começar tudo outra vez. ”
A declaração de Joel Parkinson demonstra toda a frustação e ansiedade que vem tomando conta dos top 45 a medida que Slater se isola na liderança do ranking e fica cada dia mais próximo de conquistar o título mundial desta temporada.
A realidade é que está cada vez mais difícil impedir Slater de conquistar o titulo mundial este ano.
Um dos duelos mais aguardados do terceiro round será disputado entre dois estreantes no WCT. O americano Dane Reynolds e o sul africano Jordy Smith irão se enfrentar na décima bateria. Este ano os dois duelaram no Tahiti, onde Dane foi o vencedor.
Considerados pela mídia internacional, principalmente a americana e a australiana, como potenciais futuros campeões mundiais, os dois ainda não justificaram, com bons resultados no WCT, toda esta expectativa em torno dos seus nomes.
Um dos mais talentosos e irregulares surfistas do circuito mundial, o havaiano Bruce Irons foi eliminado no segundo round. Este ano, Bruce conquistou sua primeira vitória no WCT na etapa de Bali, mas já anunciou que vai abandonar o circuito ao final desta temporada.
O irmão mais velho de Bruce, o tri-campeão Andy Irons, não apareceu para disputar sua bateria do segundo round contra o paranaense Jihad Khord. Muita gente vem se perguntando o que está acontecendo com Andy ? Sua queda de rendimento desde que conquistou seu terceiro título mundial vem se acentuando nos últimos meses.
Em 2007 A.I. acabou o ano em quinto lugar no ranking do WCT. Seu pior resultado nas últimas cinco temporadas. Este ano ele chegou `a França em nono lugar no ranking e, dependendo dos resultados da etapa francesa, pode perder seu lugar entre os top 10.
Kelly Slater vai enfrentar o francês Joan Duru no terceiro round. Vale lembrar que Duru, wild card nesta etapa, derrotou Slater no primeiro round do Quicksilver Pro deste ano.
Já Taj Burrow terá pela frente o americano Gabe Kling, que eliminou Mick Fanning. O adversário de Bede Durbidge será outro wild card, o tahitiano Michel Bourez, que eliminou Joel Parkinson.
Os organizadores irão se reunir amanhã, terça feira, pela manhã, por volta das 7 e meia, horário da França, para checar as condições do mar e decidir se reiniciam a competição.
As baterias estão sendo transmitidas ao vido pela internet através dos seguintes sites: www.aspworldtour.com ou www.quiksilverlive.com.
RESULTADOS SEGUNDO ROUND:
1. Kelly Slater EUA 17.67 x 15.00 Tim Boal FRA
2. Gabe Kling EUA 12.07 x 11.00 Mick Fanning AUS
3. Michel Bourez TAH 14.00 x 12.67 Joel Parkinson AUS
4. Bede Durbidge AUS 12.00 x 9.44 Nic Muscroft AUS
Baterias deste domingo:
5. Bobby Martinez EUA 15.50 x 11.90 Ricky Basnett AFS
6. Jihad Khodr BRA 9.93 x 0.00 Andy Irons HAV – W.O.
7. Adriano de Souza BRA 15.50 x 11.83 Aritz Aranburu ESP
8. Jeremy Flores FRA 15.17 x 7.10 Daniel Ross AUS
9. Kai Otton AUS 12.26 x 11.34 Leonardo Neves BRA
10. Mick Campbell AUS 12.66 x 2.10 Bruce Irons HAV
11. Luke Stedman AUS 15.43 x 14.84 Ben Bourgeois EUA
12. Fredrick Patacchia HAV 13.00 x 10.23 Luke Munro AUS
13. Chris Ward EUA 12.43 x 10.93 Royden Bryson AFS
14. Tiago Pires POR 15.50 x 14.84 Tim Reyes EUA
15. Damien Hobgood EUA 13.67 x 13.17 Jay Thompson AUS
16. Heitor Alves BRA 15.17 x 4.77 Mikael Picon FRA
BATERIAS DO TERCEIRO ROUND:
1. Adriano de Souza BRA x Travis Logie AFS
2. Dayyan Neve AUS x Heitor Alves BRA
3. Chris Ward EUA x Ben Dunn AUS
4. Bobby Martinez EUA x Jihad Khodr BRA
5. Kai Otton AUS x Mick Campbell AUS
6. Luke Stedman AUS x Pancho Sullivan HAV
7. Tom Whitaker AUS x Taylor Knox EUA
8. Kelly Slater EUA x Joan Duru FRA
9. Taj Burrow AUS x Gabe Kling EUA
10. Dane Reynolds EUA x Jordy Smith AFS
11. Jeremy Flores FRA x Rodrigo Dornelles BRA
12. Adrian Buchan AUS x Tiago Pires POR
13. Bede Durbidge AUS x Michel Bourez TAH
14. Kieren Perrow AUS x Roy Powers HAV
15. CJ Hobgood EUA Daniel Wills AUS
16. Fredrick Patacchia x HAV Damien Hobgood EUA
Neste último final de semana foram disputadas as baterias da primeira e da segunda fase do evento. Kelly Slater e Taj Burrow, respectivamente primeiro e segundo colocado no ranking atual, estão classificados para disputar o terceiro round.
Este ano Kelly Slater está tentando melhorar seu retrospecto na França. Desde 2002 ele não consegue passar das semifinais da etapa francesa. No ano passado, ele foi eliminado na terceira fase pelo tahitiano Michel Bourez.
Quatro surfistas brasileiros irão disputar o terceiro round: o paulista Adriano de Souza, o cearense Heitor Alves, o paranaense Jihad Kohdr e o gaúcho Rodrigo Dornelles. O carioca Leonardo Neves foi eliminado no segundo round. O catarinense Neco Padaratz alegou uma contusão para não disputar a prova francesa do WCT.
Rodrigo Dornelles, o Pedra, foi o único brasileiro a vencer sua bateria do primeiro round e se classificar direto para o terceiro round. Leo Neves, Mineirinho, Jihad Kohdr e Heitor Alves tiveram que disputar o segundo round.
Heitor teve uma boa atuação no segundo round contra Michael Picon, quando liderou a disputa desde o seu inicio. É impresionante a quantidade de manobras acrobáticas que o cearense tem no seu repertório. Aerials, tail slides, 360ºs...
O talento e a versatilidade de Heitor ficam ainda mais evidentes nos beach breaks, onde ele é capaz de tirar um aerial da cartola e vencer uma bateria em questão de segundos.
Depois de conseguir um quinto lugar na etapa de Tretels - o melhor resultado da sua carreira até o momento - Heitor está começando a se sentir mais a vontade entre os top 45 e já pode sonhar com vôos mais altos.
Octacampeão mundial e atual líder disparado do ranking da primeira divisão, Kelly Slater eliminou o francês Tim Boal pelo placar de 17.67 x 15.00 no segundo round e vai enfrentar outro surfista local, Joan Duru, na próxima fase.
Tim Boal chegou a liderar a bateria contra Slater, mas o americano virou o resultado quando restavam menos de cinco minutos para o encerramento da bateria. No último minuto, Kelly ainda surfou uma onda nota 9.0 e deixou seu adversário em combinação.
Dependendo dos resultados na França, Slater pode conquistar por antecipação o nono título mundial da sua carreira. Mas vai ter que vencer a etapa francesa e torcer para que os australianos Taj Burrow e Bede Durbidge não cheguem às semifinais e à final, respectivamente. Ambos os australianos estão classificados para disputar o terceiro round do Quicksilver Pro.
Duas grandes zebras aconteceram no segundo round do Quicksilver Pro. A eliminação dos australianos Joel Parkinson –quarto lugar no ranking atual – e Mick Faning – quinto colocado no ranking do WCT antes da etapa francesa - praticamente acabou com as chances dos dois de conquistar o titulo mundial desta temporada.
Parko parecia bastante desapontado com sua eliminação prematura. Segundo ele seria melhor “ dar logo o título mundial desta temporada pro Kelly e começar tudo outra vez. ”
A declaração de Joel Parkinson demonstra toda a frustação e ansiedade que vem tomando conta dos top 45 a medida que Slater se isola na liderança do ranking e fica cada dia mais próximo de conquistar o título mundial desta temporada.
A realidade é que está cada vez mais difícil impedir Slater de conquistar o titulo mundial este ano.
Um dos duelos mais aguardados do terceiro round será disputado entre dois estreantes no WCT. O americano Dane Reynolds e o sul africano Jordy Smith irão se enfrentar na décima bateria. Este ano os dois duelaram no Tahiti, onde Dane foi o vencedor.
Considerados pela mídia internacional, principalmente a americana e a australiana, como potenciais futuros campeões mundiais, os dois ainda não justificaram, com bons resultados no WCT, toda esta expectativa em torno dos seus nomes.
Um dos mais talentosos e irregulares surfistas do circuito mundial, o havaiano Bruce Irons foi eliminado no segundo round. Este ano, Bruce conquistou sua primeira vitória no WCT na etapa de Bali, mas já anunciou que vai abandonar o circuito ao final desta temporada.
O irmão mais velho de Bruce, o tri-campeão Andy Irons, não apareceu para disputar sua bateria do segundo round contra o paranaense Jihad Khord. Muita gente vem se perguntando o que está acontecendo com Andy ? Sua queda de rendimento desde que conquistou seu terceiro título mundial vem se acentuando nos últimos meses.
Em 2007 A.I. acabou o ano em quinto lugar no ranking do WCT. Seu pior resultado nas últimas cinco temporadas. Este ano ele chegou `a França em nono lugar no ranking e, dependendo dos resultados da etapa francesa, pode perder seu lugar entre os top 10.
Kelly Slater vai enfrentar o francês Joan Duru no terceiro round. Vale lembrar que Duru, wild card nesta etapa, derrotou Slater no primeiro round do Quicksilver Pro deste ano.
Já Taj Burrow terá pela frente o americano Gabe Kling, que eliminou Mick Fanning. O adversário de Bede Durbidge será outro wild card, o tahitiano Michel Bourez, que eliminou Joel Parkinson.
Os organizadores irão se reunir amanhã, terça feira, pela manhã, por volta das 7 e meia, horário da França, para checar as condições do mar e decidir se reiniciam a competição.
As baterias estão sendo transmitidas ao vido pela internet através dos seguintes sites: www.aspworldtour.com ou www.quiksilverlive.com.
RESULTADOS SEGUNDO ROUND:
1. Kelly Slater EUA 17.67 x 15.00 Tim Boal FRA
2. Gabe Kling EUA 12.07 x 11.00 Mick Fanning AUS
3. Michel Bourez TAH 14.00 x 12.67 Joel Parkinson AUS
4. Bede Durbidge AUS 12.00 x 9.44 Nic Muscroft AUS
Baterias deste domingo:
5. Bobby Martinez EUA 15.50 x 11.90 Ricky Basnett AFS
6. Jihad Khodr BRA 9.93 x 0.00 Andy Irons HAV – W.O.
7. Adriano de Souza BRA 15.50 x 11.83 Aritz Aranburu ESP
8. Jeremy Flores FRA 15.17 x 7.10 Daniel Ross AUS
9. Kai Otton AUS 12.26 x 11.34 Leonardo Neves BRA
10. Mick Campbell AUS 12.66 x 2.10 Bruce Irons HAV
11. Luke Stedman AUS 15.43 x 14.84 Ben Bourgeois EUA
12. Fredrick Patacchia HAV 13.00 x 10.23 Luke Munro AUS
13. Chris Ward EUA 12.43 x 10.93 Royden Bryson AFS
14. Tiago Pires POR 15.50 x 14.84 Tim Reyes EUA
15. Damien Hobgood EUA 13.67 x 13.17 Jay Thompson AUS
16. Heitor Alves BRA 15.17 x 4.77 Mikael Picon FRA
BATERIAS DO TERCEIRO ROUND:
1. Adriano de Souza BRA x Travis Logie AFS
2. Dayyan Neve AUS x Heitor Alves BRA
3. Chris Ward EUA x Ben Dunn AUS
4. Bobby Martinez EUA x Jihad Khodr BRA
5. Kai Otton AUS x Mick Campbell AUS
6. Luke Stedman AUS x Pancho Sullivan HAV
7. Tom Whitaker AUS x Taylor Knox EUA
8. Kelly Slater EUA x Joan Duru FRA
9. Taj Burrow AUS x Gabe Kling EUA
10. Dane Reynolds EUA x Jordy Smith AFS
11. Jeremy Flores FRA x Rodrigo Dornelles BRA
12. Adrian Buchan AUS x Tiago Pires POR
13. Bede Durbidge AUS x Michel Bourez TAH
14. Kieren Perrow AUS x Roy Powers HAV
15. CJ Hobgood EUA Daniel Wills AUS
16. Fredrick Patacchia x HAV Damien Hobgood EUA
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
TEVE INÍCIO HOJE O PERÍODO DE ESPERA DA OITAVA ETAPA DO WCT 2008. SLATER PODE CONQUISTAR SEU NONO TÍTULO MUNDIAL POR ANTECIPAÇÃO SE VENCER NA FRANÇA.
HOSSEGOR, França (Sexta feira, 19 de Setembro, 2008) – Começou hoje o período de espera do Quicksilver Pro, oitava etapa do WCT nesta temporada. Caso vença a prova, Kelly Slater pode conquistar seu nono título mundial por antecipação.
As baterias do primeiro round não foram disputadas no dia de hoje porque as previsões indicam uma melhora nas condições do mar `a partir de amanhã.
Kelly Slater já venceu 5 das 7 etapas do WCT disputadas este ano. Se vençer a etapa francesa, o americano pode conquistar o nono título mundial da sua carreira por antecipação.
Mas caso vença na França, Slater ainda vai precisar que ocorra uma combinação de resultados envolvendo seus quatro principais adversários.
Os surfistas australianos - Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning – são os principais adversários de Slater na reta final desta temporada.
Taj, atual segundo colocado no ranking mundial, tem que chegar pelo menos `as semi finais da etapa francesa para impedir que Slater conquiste seu nono título mundial por antecipação.
Bede Durbidge, atualmente em 3º lugar no ranking, e Mick Fanning, 5º colocado, precisam chegar até `a final para garantir que a corrida pelo título mundial não acabe na França.
Joel Parkinson, atualmente em quarto lugar no ranking, só continuará com chances matemáticas de vencer o título mundial deste ano se Kelly não vencer a etapa francesa.
Os franceses Tim Boal e Joan Duru, e o tahitiano Michel Bourez, são os três wild cards da prova francesa do WCT.
O australiano Nic Muscroft e o americano Gabe Kling estão substituindo o brasileiro Neco Padaratz e o australiano Dean Morrison, que alegaram contusões para não disputar esta etapa.
Em 2007 Kelly ficou em 17º lugar na França, um de seus piores resultados na temporada passada. Mas Slater já venceu uma vez a etapa francesa. Foi em 1996, ou seja, 12 anos atrás.
Os organizadores pretendem fazer uma nova chamada amanhã, por volta das 7 da manhã, horário da França, para checar as condições do mar e decidir sobre o início das disputas.
Abaixo estão as baterias do primeiro round do Quicksilver Pro :
1: Jeremy Flores (FRA), Ben Dunn (AUS), Leonardo Neves (BRA)
2: C.J. Hobgood (USA), Jay Thompson (AUS), Daniel Ross (AUS)
3: Adriano de Souza (BRA), Roy Powers (HAW), Aritz Aranburu (ESP)
4: Andy Irons (HAW), Jordy Smith (AFS), Jihad Khodr (BRA)
5: Bobby Martinez (USA), Taylor Knox (USA), Ricky Basnett (AFS)
6: Bede Durbidge (AUS), Tom Whitaker (AUS), Nic Muscroft (AUS)
7: Joel Parkinson (AUS), Dane Reynolds (USA), Michel Bourez (TAH)
8: Kelly Slater (USA), Chris Ward (USA), Joan Duru (FRA)
9: Taj Burrow (AUS), Tim Reyes (USA), Tim Boal (FRA)
10: Mick Fanning (AUS), Kieren Perrow (AUS), Gabe Kling (USA)
11: Kai Otton (AUS), Mikael Picon (FRA), Travis Logie (AFS)
12: Bruce Irons (HAW), Heitor Alves (BRA), Daniel Wills (AUS)
13: Luke Stedman (AUS), Damien Hobgood (USA), Rodrigo Dornelles (BRA)
14: Adrian Buchan (AUS), Tiago Pires (PORT), Mick Campbell (AUS)
15: Fredrick Patacchia (HAW), Pancho Sullivan (HAW), Ben Bourgeois (USA)
16: Dayyan Neve (AUS), Royden Bryson (AFS), Luke Munro (AUS)
As baterias do primeiro round não foram disputadas no dia de hoje porque as previsões indicam uma melhora nas condições do mar `a partir de amanhã.
Kelly Slater já venceu 5 das 7 etapas do WCT disputadas este ano. Se vençer a etapa francesa, o americano pode conquistar o nono título mundial da sua carreira por antecipação.
Mas caso vença na França, Slater ainda vai precisar que ocorra uma combinação de resultados envolvendo seus quatro principais adversários.
Os surfistas australianos - Taj Burrow, Bede Durbidge, Joel Parkinson e Mick Fanning – são os principais adversários de Slater na reta final desta temporada.
Taj, atual segundo colocado no ranking mundial, tem que chegar pelo menos `as semi finais da etapa francesa para impedir que Slater conquiste seu nono título mundial por antecipação.
Bede Durbidge, atualmente em 3º lugar no ranking, e Mick Fanning, 5º colocado, precisam chegar até `a final para garantir que a corrida pelo título mundial não acabe na França.
Joel Parkinson, atualmente em quarto lugar no ranking, só continuará com chances matemáticas de vencer o título mundial deste ano se Kelly não vencer a etapa francesa.
Os franceses Tim Boal e Joan Duru, e o tahitiano Michel Bourez, são os três wild cards da prova francesa do WCT.
O australiano Nic Muscroft e o americano Gabe Kling estão substituindo o brasileiro Neco Padaratz e o australiano Dean Morrison, que alegaram contusões para não disputar esta etapa.
Em 2007 Kelly ficou em 17º lugar na França, um de seus piores resultados na temporada passada. Mas Slater já venceu uma vez a etapa francesa. Foi em 1996, ou seja, 12 anos atrás.
Os organizadores pretendem fazer uma nova chamada amanhã, por volta das 7 da manhã, horário da França, para checar as condições do mar e decidir sobre o início das disputas.
Abaixo estão as baterias do primeiro round do Quicksilver Pro :
1: Jeremy Flores (FRA), Ben Dunn (AUS), Leonardo Neves (BRA)
2: C.J. Hobgood (USA), Jay Thompson (AUS), Daniel Ross (AUS)
3: Adriano de Souza (BRA), Roy Powers (HAW), Aritz Aranburu (ESP)
4: Andy Irons (HAW), Jordy Smith (AFS), Jihad Khodr (BRA)
5: Bobby Martinez (USA), Taylor Knox (USA), Ricky Basnett (AFS)
6: Bede Durbidge (AUS), Tom Whitaker (AUS), Nic Muscroft (AUS)
7: Joel Parkinson (AUS), Dane Reynolds (USA), Michel Bourez (TAH)
8: Kelly Slater (USA), Chris Ward (USA), Joan Duru (FRA)
9: Taj Burrow (AUS), Tim Reyes (USA), Tim Boal (FRA)
10: Mick Fanning (AUS), Kieren Perrow (AUS), Gabe Kling (USA)
11: Kai Otton (AUS), Mikael Picon (FRA), Travis Logie (AFS)
12: Bruce Irons (HAW), Heitor Alves (BRA), Daniel Wills (AUS)
13: Luke Stedman (AUS), Damien Hobgood (USA), Rodrigo Dornelles (BRA)
14: Adrian Buchan (AUS), Tiago Pires (PORT), Mick Campbell (AUS)
15: Fredrick Patacchia (HAW), Pancho Sullivan (HAW), Ben Bourgeois (USA)
16: Dayyan Neve (AUS), Royden Bryson (AFS), Luke Munro (AUS)
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
A surfista havaiana Melanie Bartels venceu o “Billabong Girls Pro Rio”, quarta etapa do WCT feminino nesta temporada.
RIO DE JANEIRO, Brazil (Quarta feira, 17 de setembro de 2008) – Depois de 5 longos dias de espera pela melhora das condições do mar, a havaiana Melanie Bartels derrotou a peruana Sofia Mulanovich numa final disputada em ondas de até 1.5 metros, na Barra da Tijuca.
Foi a segunda vitória na carreira da havaiana. Em 2006 Bartels venceu uma etapa do WCT em Sunset beach, no Hawaii.Graças ao excelente resultado que conquistou na etapa brasileira, Melanie passou do 14º para o 6º lugar no ranking da primeira divisão feminina.
Foi a terceira vez que a peruana Sofia Mulanovich chegou a uma final do WCT este ano. Ela venceu a primeira etapa desta temporada e agora está em segundo lugar no rankingcom 3504 pontos.
Na semi final da etapa brasileira, Melanie Bartels derrotou a australiana Stephanie Gilmore, atual campeã mundial, numa bateria super disputada. Já Sofia eliminou a australiana Layne Beachley, 36 anos, sete vezes campeã mundial, que já somou 3036 pontos no ranking atual e continua com chances matemáticas de conquistar seu oitavo título mundial nesta temporada.
As brasileiras Silvana Lima e Jaqueline Silva foram eliminadas nas quartas de final e acabaram em 5º lugar no Billabong Girls Pro Rio.
Computados os resultados da prova brasileira, Stephanie Gilmore tem 3516 pontos no ranking e continua liderando a corrida pelo título mundial desta temporada. Ainda restam quatro provas para serem disputadas este ano.
A próxima delas será o “Beachley Classic”, que será realizada em Sydney, Australia, entre os dias 9 e 14 de outubro.
Resultados Billabong Girls Pro Rio:
1 – Melanie Bartels (HAW) 14.34
2 – Sofia Mulanovich (PER) 10.60
Semifinais:
1: Melanie Bartels (HAW) 19.00 def. Stephanie Gilmore (AUS) 18.50
2: Sofia Mulanovich (PER) 11.67 def Layne Beachley (AUS) 9.46
Quartas de final:
1: Melanie Bartels (HAW) 8.84 def. Samantha Cornish (AUS) 5.23
2: Stephanie Gilmore (AUS) 16.47 def. Jacqueline Silva (BRA) 8.50
3: Sofia Mulanovich (PER) 11.74 def. Jessi Miley-Dyer (AUS) 8.60
4: Layne Beachley (AUS) 14.83 def. Silvana Lima (BRA) 10.33
Ranking WCT feminino após a quarta etapa desta temporada:
1 – Stephanie Gilmore (AUS) 3516 pontos
2 – Sofia Mulanovich (PER) 3504 pontos
3 – Layne Beachley (AUS) 3036 pontos
4 – Samantha Cornish (AUS) 2628 pontos
5 – Amee Donohoe (AUS) 2424 pontos
6 – Melanie Bartels (HAW) 2112 pontos
7 – Silvana Lima (BRA) 2028 pontos
8 – Jessi Miley-Dyer (AUS) 1836 pontos
9 – Jacqueline Silva (BRA) 1824 pontos
10 – Rebecca Woods (AUS) 1632 pontos
11 – Megan Abubo (HAW) 1452 pontos
11 – Julia De La Rosa (PER) 1452 pontos
13 – Rosanne Hodge (AFS) 1440 pontos
14 – Melanie Redman-Carr (AUS) 1260 pontos
14 – Karina Petroni (USA) 1260 pontos
14 – Nicola Atherton (AUS) 1260 pontos
17 – Serena Brooke (AUS) 1080 pontos
18 – Claire Bevilacqua (AUS) 912 pontos
Foi a segunda vitória na carreira da havaiana. Em 2006 Bartels venceu uma etapa do WCT em Sunset beach, no Hawaii.Graças ao excelente resultado que conquistou na etapa brasileira, Melanie passou do 14º para o 6º lugar no ranking da primeira divisão feminina.
Foi a terceira vez que a peruana Sofia Mulanovich chegou a uma final do WCT este ano. Ela venceu a primeira etapa desta temporada e agora está em segundo lugar no rankingcom 3504 pontos.
Na semi final da etapa brasileira, Melanie Bartels derrotou a australiana Stephanie Gilmore, atual campeã mundial, numa bateria super disputada. Já Sofia eliminou a australiana Layne Beachley, 36 anos, sete vezes campeã mundial, que já somou 3036 pontos no ranking atual e continua com chances matemáticas de conquistar seu oitavo título mundial nesta temporada.
As brasileiras Silvana Lima e Jaqueline Silva foram eliminadas nas quartas de final e acabaram em 5º lugar no Billabong Girls Pro Rio.
Computados os resultados da prova brasileira, Stephanie Gilmore tem 3516 pontos no ranking e continua liderando a corrida pelo título mundial desta temporada. Ainda restam quatro provas para serem disputadas este ano.
A próxima delas será o “Beachley Classic”, que será realizada em Sydney, Australia, entre os dias 9 e 14 de outubro.
Resultados Billabong Girls Pro Rio:
1 – Melanie Bartels (HAW) 14.34
2 – Sofia Mulanovich (PER) 10.60
Semifinais:
1: Melanie Bartels (HAW) 19.00 def. Stephanie Gilmore (AUS) 18.50
2: Sofia Mulanovich (PER) 11.67 def Layne Beachley (AUS) 9.46
Quartas de final:
1: Melanie Bartels (HAW) 8.84 def. Samantha Cornish (AUS) 5.23
2: Stephanie Gilmore (AUS) 16.47 def. Jacqueline Silva (BRA) 8.50
3: Sofia Mulanovich (PER) 11.74 def. Jessi Miley-Dyer (AUS) 8.60
4: Layne Beachley (AUS) 14.83 def. Silvana Lima (BRA) 10.33
Ranking WCT feminino após a quarta etapa desta temporada:
1 – Stephanie Gilmore (AUS) 3516 pontos
2 – Sofia Mulanovich (PER) 3504 pontos
3 – Layne Beachley (AUS) 3036 pontos
4 – Samantha Cornish (AUS) 2628 pontos
5 – Amee Donohoe (AUS) 2424 pontos
6 – Melanie Bartels (HAW) 2112 pontos
7 – Silvana Lima (BRA) 2028 pontos
8 – Jessi Miley-Dyer (AUS) 1836 pontos
9 – Jacqueline Silva (BRA) 1824 pontos
10 – Rebecca Woods (AUS) 1632 pontos
11 – Megan Abubo (HAW) 1452 pontos
11 – Julia De La Rosa (PER) 1452 pontos
13 – Rosanne Hodge (AFS) 1440 pontos
14 – Melanie Redman-Carr (AUS) 1260 pontos
14 – Karina Petroni (USA) 1260 pontos
14 – Nicola Atherton (AUS) 1260 pontos
17 – Serena Brooke (AUS) 1080 pontos
18 – Claire Bevilacqua (AUS) 912 pontos
terça-feira, 16 de setembro de 2008
WCT FEMININO: PROVA ADIADA PELO QUINTO DIA SEGUIDO.
RIO DE JANEIRO, 16 DE SETEMBRO - Muita chuva e ondas ruins continuam obrigando os organizadores do Billabong Girls Pro Rio a manter a prova suspensa. Única etapa do WCT feminino disputada no Brasil, o Billabong Girls Pro Rio foi adiado pelo quinto dia seguido. O período de espera se extende até esta quinta feira,18 de setembro, mas as finais devem ser realizadas amanhã pela manhã.
Duas brasileiras – a cearense Silvana Lima e a catarinense Jaqueline Silva – estão entre as oito classificadas para disputar as quartas de final. Jaqueline vai enfrentar a atual líder do ranking mundial, a australiana Stephanie Gilmore, na segunda bateria das quartas de final. Vale lembrar que Stephanie venceu as duas última provas desta temporada.
A peruana Sofia Mulanovich, atual vice-líder do ranking mundial, é outra que está entre as oito finalistas e vai enfrentar a australiana Jessi Miley-Dyer na terceira bateria das quartas de final. Silvana Lima e a heptacampeã mundial Layne Beachlkey irão se enfrentar na quarta e última bateria das quartas de final.
Duas brasileiras – a cearense Silvana Lima e a catarinense Jaqueline Silva – estão entre as oito classificadas para disputar as quartas de final. Jaqueline vai enfrentar a atual líder do ranking mundial, a australiana Stephanie Gilmore, na segunda bateria das quartas de final. Vale lembrar que Stephanie venceu as duas última provas desta temporada.
A peruana Sofia Mulanovich, atual vice-líder do ranking mundial, é outra que está entre as oito finalistas e vai enfrentar a australiana Jessi Miley-Dyer na terceira bateria das quartas de final. Silvana Lima e a heptacampeã mundial Layne Beachlkey irão se enfrentar na quarta e última bateria das quartas de final.
SOFIA MULANOVICH E KELLY SLATER SÃO OS MAIS VOTADOS NO SURFER POLL. ELEIÇÃO APONTA OS SURFISTAS MAIS POPULARES DO PLANETA.
ANAHEIM – CALIFORNIA – A noite de 15 de setembro serviu para celebrar a entrega de prêmios do “35º Annual Surfer Poll Awards”. O evento é promovido pela revista SURFER e premia os surfistas mais votados numa eleição entre os leitores da revista de surf mais famosa do mundo.
Obviamente, Kelly Slater foi o mais votado entre os homens. Já na categoria feminina o prêmio ficou mais uma vez com a peruana Sofia Mulanovich.
É a quarta vez que Sofia é a surfista mais votada pelos leitores da SURFER. Em 2005 ela venceu o SURFER POLL pela primeira vez e desde então foi a mais votada em todas as eleições seguintes. Mulanovich não pôde comparecer a entrega de prêmios na California porque está competindo no Rio de Janeiro.
A australiana Stephanie Gilmore, campeã mundial em 2007 e atual líder do ranking do WCT feminino, foi a segunda surfista mais votada pelos leitores da SURFER.
Entre os homens, o australiano Mick Fanning, campeão mundial no ano passado, foi o segundo surfista mais votado depois de Slater.
O americano Nathaniel Curran foi eleito a revelação do ano. Enquanto seu compatriota Dane Reynolds venceu a categoria de “Manobra do ano”.
O documentário "Bustin’ Down the Door", que tem como tema principal o nascimento do surf profissional durante a segunda metade da década de 70, foi o mais votado em duas categorias : “melhor documentário” e também “Filme do ano”.
Abaixo os resultados nas diferentes categorias:
SURFER Poll Top 10 Homens
1. Kelly Slater
2. Mick Fanning
3. Dane Reynolds
4. Joel Parkinson
5. Andy Irons
6. Taj Burrow
7. Bruce Irons
8. Rob Machado
9. Bobby Martinez
10. CJ Hobgood
SURFER Poll Top 5 Mulheres
1. Sofia Mulanovich
2. Stephanie Gilmore
3. Carissa Moore
4. Layne Beachley
5. Coco Ho
SURFER Poll Melhor Performance feminina
- Stephanie Gilmore / "Somewhere"
SURFER Poll Melhor manobra
- Dane Reynolds / "Dude Cruise"
SURFER Poll Revelação
- Nathaniel Curran
SURFER Poll Melhor documentário
- "Bustin’ Down The Door"
SURFER Poll Filme do ano
- "Bustin’ Down The Door"
Abraço e boas ondas,
Rosaldo Cavalcanti
http://rosaldoc.blogspot.com/
Obviamente, Kelly Slater foi o mais votado entre os homens. Já na categoria feminina o prêmio ficou mais uma vez com a peruana Sofia Mulanovich.
É a quarta vez que Sofia é a surfista mais votada pelos leitores da SURFER. Em 2005 ela venceu o SURFER POLL pela primeira vez e desde então foi a mais votada em todas as eleições seguintes. Mulanovich não pôde comparecer a entrega de prêmios na California porque está competindo no Rio de Janeiro.
A australiana Stephanie Gilmore, campeã mundial em 2007 e atual líder do ranking do WCT feminino, foi a segunda surfista mais votada pelos leitores da SURFER.
Entre os homens, o australiano Mick Fanning, campeão mundial no ano passado, foi o segundo surfista mais votado depois de Slater.
O americano Nathaniel Curran foi eleito a revelação do ano. Enquanto seu compatriota Dane Reynolds venceu a categoria de “Manobra do ano”.
O documentário "Bustin’ Down the Door", que tem como tema principal o nascimento do surf profissional durante a segunda metade da década de 70, foi o mais votado em duas categorias : “melhor documentário” e também “Filme do ano”.
Abaixo os resultados nas diferentes categorias:
SURFER Poll Top 10 Homens
1. Kelly Slater
2. Mick Fanning
3. Dane Reynolds
4. Joel Parkinson
5. Andy Irons
6. Taj Burrow
7. Bruce Irons
8. Rob Machado
9. Bobby Martinez
10. CJ Hobgood
SURFER Poll Top 5 Mulheres
1. Sofia Mulanovich
2. Stephanie Gilmore
3. Carissa Moore
4. Layne Beachley
5. Coco Ho
SURFER Poll Melhor Performance feminina
- Stephanie Gilmore / "Somewhere"
SURFER Poll Melhor manobra
- Dane Reynolds / "Dude Cruise"
SURFER Poll Revelação
- Nathaniel Curran
SURFER Poll Melhor documentário
- "Bustin’ Down The Door"
SURFER Poll Filme do ano
- "Bustin’ Down The Door"
Abraço e boas ondas,
Rosaldo Cavalcanti
http://rosaldoc.blogspot.com/
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Campeonatos em diferentes lugares do mundo agitam ranking da segunda divisão.
Nas duas últimas semanas foram realizados uma série de eventos em volta do mundo. Destaque para a vitória do brasileiro Willian Cardoso que, no dia 08 de setembro, derrotou o tahitiano Michel Bourez na final do cinco estrelas de Pantin, na Espanha.
Ainda no dia 08 de setembro, Jadson Andre venceu a final do “Gatorade Classic”, etapa três estrelas do WQS, disputada em Santa Catarina. Jadson derrotou Davi do Carmo, Tomas Hermes e Peterson Rosa numa final dominada pelos surfistas brasileiros.
Neste mesmo final de semana, na Califórnia, o havaiano Casey Brown venceu uma etapa duas estrelas do WQS. Enquanto no Japão, Hideyoshi Tanaka derrotou seu compatriota Shota Nakamura na final de outra etapa duas estrelas.
Na categoria feminina, foi disputada na terça feira, 10 de setembro, no Rio de Janeiro, a final do Billabong Girls Pro, etapa 4 estrelas do WQS feminino. Na ocasião, a australiana Rebecca Woods derrotou Stephanie Gilmore (2ª colocada), Jessy Myler Dyer (3ª colocada) e a brasileira Tita Tavares (4ª colocada) numa final disputada na Barra da Tijuca, em ondas de 1 metro, ruins e mexidas pelo vento.
Após a disputa do Billabong Girls Pro, a australiana Sally Fitzgibbons lidera o ranking da segunda divisão feminina. Rebecca Woods está em segundo lugar e Jessie Myle Dyer em terceiro. Bruna Schmidt, em sexto lugar, é a brasileira mais bem colocada.
Mais duas etapas 4 estrelas do WQS feminino serão disputadas em outubro no Brasil. Inicialmente em Santa Catarina, entre os dias 01 e 04. Na seqüência, o tour feminino volta `a cidade maravilhosa para a disputa do “Rio de Janeiro International”, entre os dias 06 e 12, no Arpoador.
As duas próximas provas brasileiras do WQS feminino precedem a etapa 6 estrelas de Haleiwa, Hawaii, última prova do calendário 2008 da divisão de acesso.
De volta a categoria masculina, ontem, domingo, 14 de setembro, o francês Tim Boal derrotou seu compatriota Joan Duru em mais uma etapa 5 estrelas do WQS disputada na Espanha. Graças a esta vitória Tim Boal tem agora 11.888 pontos no ranking da divisão de acesso, o que deve ser suficiente para lhe garantir um lugar no WCT em 2009.
Computados estes últimos resultados na categoria masculina, ocorreram poucas mudanças entre os atuais top 20 do WQS. Tim Boal foi um dos surfistas que melhorou sua classificação. O francês era o quinto colocado e agora está em terceiro graças `a sua vitória na Espanha.
A nota triste para os brasileiros foi a saída de Raoni Monteiro da lista dos top 20 do WQS. Raoni deu lugar ao tahitiano Michael Bourez, que era o 26º colocado e agora está em 14º lugar.
O atual líder do ranking é o americano Nathaniel Curran, que já somou 13200 pontos. O australiano Chris Davidson, com 12.525
pontos, vem em segundo lugar; o francês Tim Boal (11.888
pontos) está em terceiro e o americano Patrick Gudauskas (11.438 pontos) é o quarto colocado depois dos resultados deste último final de semana.
Neste momento, apenas 4 brasileiros se encontram entre os top 20 do ranking da divisão de acesso. O carioca Pedro Henrique na décima posição é o mais bem colocado deles. O paulista Hizunome Bettero, que nas últimas semanas vinha caindo sem parar, chegou a ficar em 15º e agora está em 11º lugar.
O paranaense Jihad Khodr está em décimo terceiro e o cearense Pablo Paulino em décimo quarto lugar, empatado com o tahitiano Michalel Bourez.
Vale lembrar que no final desta temporada apenas os 15 primeiros do ranking da divisão de acesso irão se classificar para disputar o WCT em 2009.
RANKING ATUAL WQS:
1) Curran,Nathaniel USA 13200
2) Davidson,Chris AUS 12525
3) Boal,Tim FRA 11888
4) Gudauskas,Patrick USA 11438
5) Kerr,Josh AUS 11325
6) Weare,David AFS 10675
7) Nicol,Yadin AUS 10500
8)Courtney,Drew AUS 10475
9) Lipke,Marlon ALE 10375
10) Henrique,Pedro BRA 10263
11) Bettero,Hizunome BRA 10150
12) Khodr,Jihad BRA 9888
13) Pires,Tiago PRT 9663
14) Paulino,Pablo BRA 9600
14) Bourez,Michel TAH 9600
16) MacDonald,Phillip AUS 9450
17) Emslie,Greg AFS 9375
17) Sedley,Leigh AUS 9375
19) Gossmann,Shaun AUS 9363
20) Garcia,Sunny HAW 9350
Abraço e boas ondas,
Rosaldo Cavalcanti.
rosaldoc.blogspot.com
Ainda no dia 08 de setembro, Jadson Andre venceu a final do “Gatorade Classic”, etapa três estrelas do WQS, disputada em Santa Catarina. Jadson derrotou Davi do Carmo, Tomas Hermes e Peterson Rosa numa final dominada pelos surfistas brasileiros.
Neste mesmo final de semana, na Califórnia, o havaiano Casey Brown venceu uma etapa duas estrelas do WQS. Enquanto no Japão, Hideyoshi Tanaka derrotou seu compatriota Shota Nakamura na final de outra etapa duas estrelas.
Na categoria feminina, foi disputada na terça feira, 10 de setembro, no Rio de Janeiro, a final do Billabong Girls Pro, etapa 4 estrelas do WQS feminino. Na ocasião, a australiana Rebecca Woods derrotou Stephanie Gilmore (2ª colocada), Jessy Myler Dyer (3ª colocada) e a brasileira Tita Tavares (4ª colocada) numa final disputada na Barra da Tijuca, em ondas de 1 metro, ruins e mexidas pelo vento.
Após a disputa do Billabong Girls Pro, a australiana Sally Fitzgibbons lidera o ranking da segunda divisão feminina. Rebecca Woods está em segundo lugar e Jessie Myle Dyer em terceiro. Bruna Schmidt, em sexto lugar, é a brasileira mais bem colocada.
Mais duas etapas 4 estrelas do WQS feminino serão disputadas em outubro no Brasil. Inicialmente em Santa Catarina, entre os dias 01 e 04. Na seqüência, o tour feminino volta `a cidade maravilhosa para a disputa do “Rio de Janeiro International”, entre os dias 06 e 12, no Arpoador.
As duas próximas provas brasileiras do WQS feminino precedem a etapa 6 estrelas de Haleiwa, Hawaii, última prova do calendário 2008 da divisão de acesso.
De volta a categoria masculina, ontem, domingo, 14 de setembro, o francês Tim Boal derrotou seu compatriota Joan Duru em mais uma etapa 5 estrelas do WQS disputada na Espanha. Graças a esta vitória Tim Boal tem agora 11.888 pontos no ranking da divisão de acesso, o que deve ser suficiente para lhe garantir um lugar no WCT em 2009.
Computados estes últimos resultados na categoria masculina, ocorreram poucas mudanças entre os atuais top 20 do WQS. Tim Boal foi um dos surfistas que melhorou sua classificação. O francês era o quinto colocado e agora está em terceiro graças `a sua vitória na Espanha.
A nota triste para os brasileiros foi a saída de Raoni Monteiro da lista dos top 20 do WQS. Raoni deu lugar ao tahitiano Michael Bourez, que era o 26º colocado e agora está em 14º lugar.
O atual líder do ranking é o americano Nathaniel Curran, que já somou 13200 pontos. O australiano Chris Davidson, com 12.525
pontos, vem em segundo lugar; o francês Tim Boal (11.888
pontos) está em terceiro e o americano Patrick Gudauskas (11.438 pontos) é o quarto colocado depois dos resultados deste último final de semana.
Neste momento, apenas 4 brasileiros se encontram entre os top 20 do ranking da divisão de acesso. O carioca Pedro Henrique na décima posição é o mais bem colocado deles. O paulista Hizunome Bettero, que nas últimas semanas vinha caindo sem parar, chegou a ficar em 15º e agora está em 11º lugar.
O paranaense Jihad Khodr está em décimo terceiro e o cearense Pablo Paulino em décimo quarto lugar, empatado com o tahitiano Michalel Bourez.
Vale lembrar que no final desta temporada apenas os 15 primeiros do ranking da divisão de acesso irão se classificar para disputar o WCT em 2009.
RANKING ATUAL WQS:
1) Curran,Nathaniel USA 13200
2) Davidson,Chris AUS 12525
3) Boal,Tim FRA 11888
4) Gudauskas,Patrick USA 11438
5) Kerr,Josh AUS 11325
6) Weare,David AFS 10675
7) Nicol,Yadin AUS 10500
8)Courtney,Drew AUS 10475
9) Lipke,Marlon ALE 10375
10) Henrique,Pedro BRA 10263
11) Bettero,Hizunome BRA 10150
12) Khodr,Jihad BRA 9888
13) Pires,Tiago PRT 9663
14) Paulino,Pablo BRA 9600
14) Bourez,Michel TAH 9600
16) MacDonald,Phillip AUS 9450
17) Emslie,Greg AFS 9375
17) Sedley,Leigh AUS 9375
19) Gossmann,Shaun AUS 9363
20) Garcia,Sunny HAW 9350
Abraço e boas ondas,
Rosaldo Cavalcanti.
rosaldoc.blogspot.com
DUAS SURFISTAS BRASILEIRAS ESTÃO ENTRE AS OITO FINALISTAS DO BILLABONG GIRLS PRO RIO, A ÚNICA ETAPA BRASILEIRA DO WCT FEMININO.
Rio de Janeiro, 15 de setembro de 2008 – Muita chuva e poucas ondas nesta segunda feira na “cidade maravilhosa”. O Billabong Grils Pro Rio estava previsto para ter início `a partir das 8 da manhã, mas pode ser adiado caso as condições não permitam que o evento seja reiniciado no dia de hoje.
Quarta etapa das oito previstas para esta temporada no WCT feminino, o Billabong Gils Pro Rio vem sendo realizado desde a semana passada na Barra da Tijuca, mas pode ser transferido para a praia da Macumba.
Duas brasileiras – a cearense Silvana Lima e a catarinense Jaqueline Silva - estão entre as oito surfistas classifcadas para disputar as quartas de final da única etapa do WCT feminino disputada no Brasil.
Abaixo a relação das 4 baterias das quartas de final :
1: Samantha Cornish (AUS) x Melanie Bartels (HAW)
2: Jacqueline Silva (BRA) x Stephanie Gilmore (AUS)
3: Sofia Mulanovich (PER) x Jessi Miley-Dyer (AUS)
4: Silvana Lima (BRA) x Layne Beachley (AUS)
Quarta etapa das oito previstas para esta temporada no WCT feminino, o Billabong Gils Pro Rio vem sendo realizado desde a semana passada na Barra da Tijuca, mas pode ser transferido para a praia da Macumba.
Duas brasileiras – a cearense Silvana Lima e a catarinense Jaqueline Silva - estão entre as oito surfistas classifcadas para disputar as quartas de final da única etapa do WCT feminino disputada no Brasil.
Abaixo a relação das 4 baterias das quartas de final :
1: Samantha Cornish (AUS) x Melanie Bartels (HAW)
2: Jacqueline Silva (BRA) x Stephanie Gilmore (AUS)
3: Sofia Mulanovich (PER) x Jessi Miley-Dyer (AUS)
4: Silvana Lima (BRA) x Layne Beachley (AUS)
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
KELLY VENCE EM TRESTELS E PODE CONQUISTAR SEU NONO TÍTULO MUNDIAL POR ANTECIPAÇÃO NA FRANÇA.
O americano Kelly Slater venceu ontem, quinta feira, 11 de setembro, em Trestels, sul da California, mais uma etapa do WCT 2008. Sua quinta vitória em sete provas disputadas este ano. E agora pode conquistar o título mundial por antecipação se vencer a próxima etapa, que será disputada ainda neste més de setembro, na França.
Mais perto do que nunca da conquista do seu nono título mundial, Kelly Slater derrotou o australiano Taj Burrow pelo placar de 18.97 x 18.63 e venceu o Boost Mobile Pro pela terceira vez na história. Única etapa do WCT disputada na America do Norte, sétima no calendário do WCT 2008, a prova foi decidida numa final super disputada entre Kelly e Taj.
Ambos os finalistas tinham duas ondas pontuadas acima de nove. O que não é comum de se ver. Mesmo no WCT. No final das contas, mesmo tendo marcado mais de 9 pontos em suas duas melhores ondas, Taj (9.0 e 9.63) acabou derrotado por Slater (9.70 e 9.27), que conquistou o 39º título na sua vitoriosa carreira.
Outro detalhe, que acabou sendo crucial para definir o resultado da bateria final, foi a duração da mesma. Em geral, as finais do WCT costumam ter 35 minutos de duração, mas Kelly e Taj concordaram em aumentar o tempo para 40 minutos. E Slater acabou virando o resultado a seu favor quando restavam menos de dois minutos para o encerramento da final. Sorte de campeão.
Vale salientar que o Boost mobile Pro teve um atrativo a mais em relação `as demais etapas do WCT: Uma premiacão recorde . Normalmente, o campeão de uma etapa do WCT recebe 35 mil dolares, mas Kelly embolsou 75 mil desta feita.
Computados os resultados de Trestels, Kelly está numa posição ainda mais confortável no ranking do WCT. E pode conquistar o título mundial por antecipação caso vença a próxima etapa, que será disputada entre os dias 19 e 28 de setembro, no sudoeste da França.
Mas para isso vai ter que torcer por uma combinação de resultados. A ver : Taj Burrow tem que perder antes das semi finais, enquanto Bede Durbidge e Mick Fanning não podem chegar `a final. Quanto ao Joel Parkinson, que era o segundo colocado no ranking antes de Trestels, e agora está em quarto lugar, ele só continuará com chances de conquistar o título desta temporada se Slater não vencer na França.
Este ano vem sendo o melhor na longa e vitoriosa carreira de Kelly Slater. Além de já ter vencido cinco das sete etapas do WCT disputadas nesta temporada, ele vem mantendo um retrospecto impressionante. Apenas um de todos os top 45, o português Tiago Pires, conseguiu vencê-lo numa bateria este ano. Uma campanha sem precedentes na história do surf profissional.
Resumindo : Kelly está com uma mão na taça de campeão mundial desta temporada. Será o seu nono título mundial e a motivação que ainda lhe falta para corer atrás de uma façanha ainda maior: a conquista de dez títulos mudiais ! Pelo visto, parece que 2009 será o ano.
Resultados Bosst Mobile Pro:
1) Kelly Slater (USA).
2) Taj Burrow (AUS).
3) Bede Durbidge (AUS) e Jeremy Flores (FRA).
5) Heitor Alves (BRA), Dane Reynolds (USA), Bobby Martinez (USA) e Mick Fanning (AUS).
FINAL:
Kelly Slater (USA) 18.97 x 18.63 Taj Burrow (AUS)
Semifinais
1) Kelly Slater (USA) 15.67 x 15.10 Bede Durbidge (AUS).
2) Taj Burrow (AUS) 17.33 x 16.50 Jeremy Flores (FRA).
Quartas de final:
1) Bede Durbidge (AUS) 16.90 x 14.10 Dane Reynolds (USA)
2) Kelly Slater (USA) 17.16 x 15.16 Bobby Martinez (USA)
3) Jeremy Flores (FRA) 17.57 x 15.67 Mick Fanning (AUS)
4) Taj Burrow (AUS) 18.50 x 6.34Heitor Alves (BRA)
Ranking WCT após a disputa de sete das onze etapas desta temporada:
1. Kelly Slater (USA) 6820 pontos
2. Taj Burrow (AUS) 5402 pontos
3. Bede Durbidge (AUS) 5258 pontos
4. Joel Parkinson (AUS) 5148 pontos
5. Mick Fanning (AUS) 5085 pontos
6. Adriano de Souza (BRA) 4550 pontos
7. Bobby Martinez (USA) 4360 pontos
8. C.J. Hobgood (USA) 4280 pontos
9. Andy Irons (HAW) 4163 pontos 10. Jeremy Flores (FRA) 3997 pontos
Mais perto do que nunca da conquista do seu nono título mundial, Kelly Slater derrotou o australiano Taj Burrow pelo placar de 18.97 x 18.63 e venceu o Boost Mobile Pro pela terceira vez na história. Única etapa do WCT disputada na America do Norte, sétima no calendário do WCT 2008, a prova foi decidida numa final super disputada entre Kelly e Taj.
Ambos os finalistas tinham duas ondas pontuadas acima de nove. O que não é comum de se ver. Mesmo no WCT. No final das contas, mesmo tendo marcado mais de 9 pontos em suas duas melhores ondas, Taj (9.0 e 9.63) acabou derrotado por Slater (9.70 e 9.27), que conquistou o 39º título na sua vitoriosa carreira.
Outro detalhe, que acabou sendo crucial para definir o resultado da bateria final, foi a duração da mesma. Em geral, as finais do WCT costumam ter 35 minutos de duração, mas Kelly e Taj concordaram em aumentar o tempo para 40 minutos. E Slater acabou virando o resultado a seu favor quando restavam menos de dois minutos para o encerramento da final. Sorte de campeão.
Vale salientar que o Boost mobile Pro teve um atrativo a mais em relação `as demais etapas do WCT: Uma premiacão recorde . Normalmente, o campeão de uma etapa do WCT recebe 35 mil dolares, mas Kelly embolsou 75 mil desta feita.
Computados os resultados de Trestels, Kelly está numa posição ainda mais confortável no ranking do WCT. E pode conquistar o título mundial por antecipação caso vença a próxima etapa, que será disputada entre os dias 19 e 28 de setembro, no sudoeste da França.
Mas para isso vai ter que torcer por uma combinação de resultados. A ver : Taj Burrow tem que perder antes das semi finais, enquanto Bede Durbidge e Mick Fanning não podem chegar `a final. Quanto ao Joel Parkinson, que era o segundo colocado no ranking antes de Trestels, e agora está em quarto lugar, ele só continuará com chances de conquistar o título desta temporada se Slater não vencer na França.
Este ano vem sendo o melhor na longa e vitoriosa carreira de Kelly Slater. Além de já ter vencido cinco das sete etapas do WCT disputadas nesta temporada, ele vem mantendo um retrospecto impressionante. Apenas um de todos os top 45, o português Tiago Pires, conseguiu vencê-lo numa bateria este ano. Uma campanha sem precedentes na história do surf profissional.
Resumindo : Kelly está com uma mão na taça de campeão mundial desta temporada. Será o seu nono título mundial e a motivação que ainda lhe falta para corer atrás de uma façanha ainda maior: a conquista de dez títulos mudiais ! Pelo visto, parece que 2009 será o ano.
Resultados Bosst Mobile Pro:
1) Kelly Slater (USA).
2) Taj Burrow (AUS).
3) Bede Durbidge (AUS) e Jeremy Flores (FRA).
5) Heitor Alves (BRA), Dane Reynolds (USA), Bobby Martinez (USA) e Mick Fanning (AUS).
FINAL:
Kelly Slater (USA) 18.97 x 18.63 Taj Burrow (AUS)
Semifinais
1) Kelly Slater (USA) 15.67 x 15.10 Bede Durbidge (AUS).
2) Taj Burrow (AUS) 17.33 x 16.50 Jeremy Flores (FRA).
Quartas de final:
1) Bede Durbidge (AUS) 16.90 x 14.10 Dane Reynolds (USA)
2) Kelly Slater (USA) 17.16 x 15.16 Bobby Martinez (USA)
3) Jeremy Flores (FRA) 17.57 x 15.67 Mick Fanning (AUS)
4) Taj Burrow (AUS) 18.50 x 6.34Heitor Alves (BRA)
Ranking WCT após a disputa de sete das onze etapas desta temporada:
1. Kelly Slater (USA) 6820 pontos
2. Taj Burrow (AUS) 5402 pontos
3. Bede Durbidge (AUS) 5258 pontos
4. Joel Parkinson (AUS) 5148 pontos
5. Mick Fanning (AUS) 5085 pontos
6. Adriano de Souza (BRA) 4550 pontos
7. Bobby Martinez (USA) 4360 pontos
8. C.J. Hobgood (USA) 4280 pontos
9. Andy Irons (HAW) 4163 pontos 10. Jeremy Flores (FRA) 3997 pontos
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
WCT MASCULINO : SLATER TIRA O PRIMEIRO DEZ DO CAMPEONATO E JÁ ESTÁ NAS QUARTAS DE FINAL. MINEIRINHO ELIMINADO POR JEREMY FLORES.
SAN CLEMENTE, California – Grandes atuações marcaram o dia de quarta feira no Boost Mobile Pro, única etapa do WCT disputada na America do Norte.
O octacamepão mundial e atual líder disparado do ranking da primeira divisão, o americano Kelly Slater, teve a melhor performance do dia. Depois de derrotar o ex-campeão mundial Sunny Garcia no terceiro round, Slater eliminou o australiano Kieren Pierrow no quarto round pelo placar de 19.60 x 16.07 com direito a uma nota 10 e agora vai enfrentar seu compatriota Bobby Martinez na segunda bateria das quartas de final.
Bobby Martinez venceu sua bateria do quarto round contra Kai Oton somando um 9.87 e um 8.50. Vale lembrar que no último duelo entre Slater e Martinez, em Cloudbreak, Tavarua, Kelly levou a melhor. Portanto, Trestels será a chance de uma revange para Bobby.
Outro nome que vem se destacando em Trestels é o do californiano Dane Reynolds. Local do pico, onde surfa quase que diariamente quando não está viajando, Dane vem sendo considerado um dos favoritos para vencer a etapa californiana do WCT. Ontem, ele derrotou ninguém menos que Joel Parkinson, atual vice-líder do ranking mundial e outro que vinha sendo um dos destaques do Boost Mobile Pro. Com seu lugar nas quartas de final garantido, este resultado já é o melhor de Dane Reynolds nesta temporada.
Joel Parkinson vinha sendo considerado, junto com Kelly Slater, Dane Reynolds, Jordy Smith e Bede Durbide, um dos melhores surfistas do campeonato. Sua eliminação prematura em Trestels diminuiu bastante as chances do australiano conquistar o título mundial este ano. Uma vez que no final do ano serão computados apenas os 9 melhores resultados de cada surfista.
Sem ainda ter vencido nenhuma etapa este ano, Joel precisa desesperadamente de uma vitória para ter alguma chance de lutar pelo título mundial na reta final desta temporada. Slater foi o maior beneficiado com a derrota de Parko. Mas com Bede Durbidge e Mick Fanning ainda classificados, Kelly continua precisando de mais uma vitória se quiser conquistar seu nono título mundial por anteceipação.
Vale lembrar que Kelly foi derrotado pelo o australiano Bede Durbidge na final do Boost Mobile Pro de 2006. Ontem, Bede despachou o seu compatriota Luke Stedman depois de somar 9.17 e 9.40 nas suas duas melhores ondas, totalizando 18.57 pontos em 20 possíveis. Atualmente em segundo lugar no ranking do WCT, Bede pode ultrapassar Joel Parkinson, e assumir a segunda colocação na corrida pelo título mundial desta temporada, caso vença a etapa de Trestels.
Adriano Mineirinho chegou até `as oitavas de final, mas ontem foi derrotado pelo francês Jeremy Flores. Mineirinho liderou a disputa até o ultimo minuto quando Jeremy pegou sua última onda e virou o resultado a seu favor. Mineirinho acabou em nono lugar e vai continuar entre os top 10 após a sétima etapa desta temporada. Jeremy vai enfrentar hoje o atual campeão mundial, o australiano Mick Fanning, na terceira bateria das quartas de final.
O campeonato deve ser reiniciado nesta quinta feira pela manhã, `a partir das 8 horas, horário da California, com a disputa das duas últimas baterias do quarto round. Na primeira delas, o australiano Taj Burrow vai enfrentar o sul africano Jordy Smith. Na oitava e última bateria do quarto round, o australiano Jay Thompson e o brasileiro Heitor Alves vão disputar um lugar nas quartas de final. Quem vencer garante seu melhor resultado nesta temporada. Já que tanto Jay quanto Heitor ainda não conseguiram chegar nenhuma vez sequer a uma quarta de final este ano.
RESULTADOS TERCEIRO ROUND:
Heat 5: Bobby Martinez (USA) 14.67 def. Ben Bourgeois (USA) 11.67
Heat 6: Kai Otton (AUS) 15.67 def. Luke Munro (AUS) 11.84
Heat 7: Kieren Perrow (AUS) 12.33 def. Roy Powers (HAW) 10.1
Heat 8: Kelly Slater (USA) 17.00 def. Sunny Garcia (HAW) 14.67
Heat 9: Mick Fanning (AUS) 18.30 def. Yadin Nicol (AUS) 7.67
Heat 10: Taylor Knox (USA) 15.00 def. Tim Reyes (USA) 13.83
Heat 11: Adriano de Souza (BRA) 14.17 def. Rodrigo Dornelles (BRA) 13.67
Heat 12: Jeremy Flores (FRA) 16.04 def. Royden Bryson (ZAF) 12.67
Heat 13: Taj Burrow (AUS) 15.66 def. Brett Simpson (USA) 13.17
Heat 14: Jordy Smith (ZAF) 17.27 def. Chris Ward (USA) 12.10
Heat 15: Heitor Alves (BRA) 12.84 def. C.J. Hobgood (USA) 10.50
Heat 16: Jay Thompson (AUS) 14.04 def. Bruce Irons (HAW) 4.93
RESULTADOS QUARTO ROUND:
Heat 1: Bede Durbidge (AUS) 18.57 def. Luke Stedman (AUS) 13.24
Heat 2: Dane Reynolds (USA) 17.16 def. Joel Parkinson (AUS) 12.77
Heat 3: Bobby Martinez (USA) 18.37 def. Kai Otton (AUS) 16.33
Heat 4: Kelly Slater (USA) 19.60 def. Kieren Perrow (AUS) 16.07
Heat 5: Mick Fanning (AUS) 14.33 def. Taylor Knox (USA) 7.60
Heat 6: Jeremy Flores (FRA) 17.44 def. Adriano de Souza (BRA) 15.67
ÚLTIMAS DUAS BATERIAS DO QUARTO ROUND:
Heat 7: Taj Burrow (AUS) vs. Jordy Smith (ZAF)
Heat 8: Heitor Alves (BRA) vs. Jay Thompson (AUS)
QUARTAS DE FINAL :
Heat 1: Bede Durbidge (AUS) vs. Dane Reynolds (USA)
Heat 2: Bobby Martinez (USA) vs. Kelly Slater (USA)
Heat 3: Mick Fanning (AUS) vs. Jeremy Flores (FRA)
Heat 4: A ser anunciada
O octacamepão mundial e atual líder disparado do ranking da primeira divisão, o americano Kelly Slater, teve a melhor performance do dia. Depois de derrotar o ex-campeão mundial Sunny Garcia no terceiro round, Slater eliminou o australiano Kieren Pierrow no quarto round pelo placar de 19.60 x 16.07 com direito a uma nota 10 e agora vai enfrentar seu compatriota Bobby Martinez na segunda bateria das quartas de final.
Bobby Martinez venceu sua bateria do quarto round contra Kai Oton somando um 9.87 e um 8.50. Vale lembrar que no último duelo entre Slater e Martinez, em Cloudbreak, Tavarua, Kelly levou a melhor. Portanto, Trestels será a chance de uma revange para Bobby.
Outro nome que vem se destacando em Trestels é o do californiano Dane Reynolds. Local do pico, onde surfa quase que diariamente quando não está viajando, Dane vem sendo considerado um dos favoritos para vencer a etapa californiana do WCT. Ontem, ele derrotou ninguém menos que Joel Parkinson, atual vice-líder do ranking mundial e outro que vinha sendo um dos destaques do Boost Mobile Pro. Com seu lugar nas quartas de final garantido, este resultado já é o melhor de Dane Reynolds nesta temporada.
Joel Parkinson vinha sendo considerado, junto com Kelly Slater, Dane Reynolds, Jordy Smith e Bede Durbide, um dos melhores surfistas do campeonato. Sua eliminação prematura em Trestels diminuiu bastante as chances do australiano conquistar o título mundial este ano. Uma vez que no final do ano serão computados apenas os 9 melhores resultados de cada surfista.
Sem ainda ter vencido nenhuma etapa este ano, Joel precisa desesperadamente de uma vitória para ter alguma chance de lutar pelo título mundial na reta final desta temporada. Slater foi o maior beneficiado com a derrota de Parko. Mas com Bede Durbidge e Mick Fanning ainda classificados, Kelly continua precisando de mais uma vitória se quiser conquistar seu nono título mundial por anteceipação.
Vale lembrar que Kelly foi derrotado pelo o australiano Bede Durbidge na final do Boost Mobile Pro de 2006. Ontem, Bede despachou o seu compatriota Luke Stedman depois de somar 9.17 e 9.40 nas suas duas melhores ondas, totalizando 18.57 pontos em 20 possíveis. Atualmente em segundo lugar no ranking do WCT, Bede pode ultrapassar Joel Parkinson, e assumir a segunda colocação na corrida pelo título mundial desta temporada, caso vença a etapa de Trestels.
Adriano Mineirinho chegou até `as oitavas de final, mas ontem foi derrotado pelo francês Jeremy Flores. Mineirinho liderou a disputa até o ultimo minuto quando Jeremy pegou sua última onda e virou o resultado a seu favor. Mineirinho acabou em nono lugar e vai continuar entre os top 10 após a sétima etapa desta temporada. Jeremy vai enfrentar hoje o atual campeão mundial, o australiano Mick Fanning, na terceira bateria das quartas de final.
O campeonato deve ser reiniciado nesta quinta feira pela manhã, `a partir das 8 horas, horário da California, com a disputa das duas últimas baterias do quarto round. Na primeira delas, o australiano Taj Burrow vai enfrentar o sul africano Jordy Smith. Na oitava e última bateria do quarto round, o australiano Jay Thompson e o brasileiro Heitor Alves vão disputar um lugar nas quartas de final. Quem vencer garante seu melhor resultado nesta temporada. Já que tanto Jay quanto Heitor ainda não conseguiram chegar nenhuma vez sequer a uma quarta de final este ano.
RESULTADOS TERCEIRO ROUND:
Heat 5: Bobby Martinez (USA) 14.67 def. Ben Bourgeois (USA) 11.67
Heat 6: Kai Otton (AUS) 15.67 def. Luke Munro (AUS) 11.84
Heat 7: Kieren Perrow (AUS) 12.33 def. Roy Powers (HAW) 10.1
Heat 8: Kelly Slater (USA) 17.00 def. Sunny Garcia (HAW) 14.67
Heat 9: Mick Fanning (AUS) 18.30 def. Yadin Nicol (AUS) 7.67
Heat 10: Taylor Knox (USA) 15.00 def. Tim Reyes (USA) 13.83
Heat 11: Adriano de Souza (BRA) 14.17 def. Rodrigo Dornelles (BRA) 13.67
Heat 12: Jeremy Flores (FRA) 16.04 def. Royden Bryson (ZAF) 12.67
Heat 13: Taj Burrow (AUS) 15.66 def. Brett Simpson (USA) 13.17
Heat 14: Jordy Smith (ZAF) 17.27 def. Chris Ward (USA) 12.10
Heat 15: Heitor Alves (BRA) 12.84 def. C.J. Hobgood (USA) 10.50
Heat 16: Jay Thompson (AUS) 14.04 def. Bruce Irons (HAW) 4.93
RESULTADOS QUARTO ROUND:
Heat 1: Bede Durbidge (AUS) 18.57 def. Luke Stedman (AUS) 13.24
Heat 2: Dane Reynolds (USA) 17.16 def. Joel Parkinson (AUS) 12.77
Heat 3: Bobby Martinez (USA) 18.37 def. Kai Otton (AUS) 16.33
Heat 4: Kelly Slater (USA) 19.60 def. Kieren Perrow (AUS) 16.07
Heat 5: Mick Fanning (AUS) 14.33 def. Taylor Knox (USA) 7.60
Heat 6: Jeremy Flores (FRA) 17.44 def. Adriano de Souza (BRA) 15.67
ÚLTIMAS DUAS BATERIAS DO QUARTO ROUND:
Heat 7: Taj Burrow (AUS) vs. Jordy Smith (ZAF)
Heat 8: Heitor Alves (BRA) vs. Jay Thompson (AUS)
QUARTAS DE FINAL :
Heat 1: Bede Durbidge (AUS) vs. Dane Reynolds (USA)
Heat 2: Bobby Martinez (USA) vs. Kelly Slater (USA)
Heat 3: Mick Fanning (AUS) vs. Jeremy Flores (FRA)
Heat 4: A ser anunciada
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
WCT MASCULINO : Slater, Parkinson, Fanning e Burrow estão nas oitavas. Heitor Alves e Mineirinho são os únicos brasileiros classificados.
TRESTELS - SUL DA CALFORNIA: Nesta quarta feira, 10 de setembro, Adriano de Souza, o Mineirinho, levou a melhor no duelo brasileiro contra o gaucho Rodrigo Dorneles e vai enfrentar o francês Jeremy Flores na sexta bateria do quarto round. O cearense Heitor Alves é o outro brasileiro classificado para disputara as oitavas de final do Boost Mobile Pro, única etapa do WCT disputada na America do Norte. Heitor eliminou o americano e ex-campeão mundial CJ Hobgood na décima quinta bateria do terceiro round e garantiu seu melhor resultado nesta temporada. Agora, ele vai enfrentar o australiano Jay Thompson na oitava bateria do quarto round. Jay eliminou o havaiano Bruce Irons, campeão da última etapa do WCT, na Indonésia. No mais, nenhuma grande surpresa no dia de hoje. Já que todos os favoritos se classificaram. Destaque para Joel Parkinson que somou 18.83 nas suas duas melhores ondas e fez a maior pontuação do terceiro round. O detalhe é que o catarinense Neco Padaratz não pôde disputar a sua bateria do segundo round devido a uma contusão nas costas.
RESULTADOS DO TERCEIRO ROUND:
1: Bede Durbidge AUS 18.23 x 14.50 Travis Logie AFS 2. Luke Stedman AUS 13.00 x 12.10 Mikael Picon FRA 3. Dane Reynolds EUA 18.47 x 13.73 Dean Morrison AUS 4. Joel Parkinson AUS 18.83 x 13.43 Daniel Ross AUS 5. Bobby Martinez EUA 14.67 x 11.67Ben Bourgeois EUA 6. Kai Otton AUS 15.67 x 11.84 Luke Munro AUS 7. Kieren Perrow AUS 12.33 x 10.10 Roy Powers HAV 8. Kelly Slater EUA 17.00 x 14.67 Sunny Garcia HAV 9. Mick Fanning AUS 18.30 x 7.67 Yadin Nicol AUS 10. Taylor Knox EUA 15.00 x 13.83 Tim Reyes EUA 11. Adriano de Souza BRA 14.17 x 13.67 Rodrigo Dornelles BRA 12. Jeremy Flores FRA 16.04 x 12.67 Royden Bryson AFS 13. Taj Burrow AUS 15.66 x 13.17 Brett Simpson EUA 14. Jordy Smith AFS 17.27 x 12.10 Chris Ward EUA 15. Heitor Alves BRA 12.84 x 10.50 CJ Hobgood EUA 16. Jay Thompson AUS 14.04 x 4.93 Bruce Irons HAV
BATERIAS DO QUARTO ROUND / OITAVAS DE FINAL:
1. Bede Durbidge AUS x Luke Stedman AUS 2. Dane Reynolds EUA x Joel Parkinson AUS 3. Bobby Martinez EUA x Kai Otton AUS 4. Kieren Perrow AUS x Kelly Slater EUA 5. Mick Fanning AUS x Taylor Knox EUA 6. Adriano de Souza BRA x Jeremy Flores FRA 7. Taj Burrow AUS x. Jordy Smith AFS 8. Heitor Alves BRA x Jay Thompson AUS
RESULTADOS DO TERCEIRO ROUND:
1: Bede Durbidge AUS 18.23 x 14.50 Travis Logie AFS 2. Luke Stedman AUS 13.00 x 12.10 Mikael Picon FRA 3. Dane Reynolds EUA 18.47 x 13.73 Dean Morrison AUS 4. Joel Parkinson AUS 18.83 x 13.43 Daniel Ross AUS 5. Bobby Martinez EUA 14.67 x 11.67Ben Bourgeois EUA 6. Kai Otton AUS 15.67 x 11.84 Luke Munro AUS 7. Kieren Perrow AUS 12.33 x 10.10 Roy Powers HAV 8. Kelly Slater EUA 17.00 x 14.67 Sunny Garcia HAV 9. Mick Fanning AUS 18.30 x 7.67 Yadin Nicol AUS 10. Taylor Knox EUA 15.00 x 13.83 Tim Reyes EUA 11. Adriano de Souza BRA 14.17 x 13.67 Rodrigo Dornelles BRA 12. Jeremy Flores FRA 16.04 x 12.67 Royden Bryson AFS 13. Taj Burrow AUS 15.66 x 13.17 Brett Simpson EUA 14. Jordy Smith AFS 17.27 x 12.10 Chris Ward EUA 15. Heitor Alves BRA 12.84 x 10.50 CJ Hobgood EUA 16. Jay Thompson AUS 14.04 x 4.93 Bruce Irons HAV
BATERIAS DO QUARTO ROUND / OITAVAS DE FINAL:
1. Bede Durbidge AUS x Luke Stedman AUS 2. Dane Reynolds EUA x Joel Parkinson AUS 3. Bobby Martinez EUA x Kai Otton AUS 4. Kieren Perrow AUS x Kelly Slater EUA 5. Mick Fanning AUS x Taylor Knox EUA 6. Adriano de Souza BRA x Jeremy Flores FRA 7. Taj Burrow AUS x. Jordy Smith AFS 8. Heitor Alves BRA x Jay Thompson AUS
WCT MASCULINO: PROVA DEVE SER REINICIADA NESTA QUARTA FEIRA PELA MANHÃ.
TRESTELS, SUL DA CALIFORNIA - Hoje, 10 de setembro, o Boost Mobile Pro deve ser reiniciado `a partir da 8 horas da manhã (horário da California). Apenas três brasileiros estão classificados para disputar o terceiro round. Dois deles – Adriano Mineirinho e Rodrigo Dorneles – irão se enfrentar na décima primeira bateria. Já o cearense Heitor Alves vai encarar C.J. Hobgood na décima quinta bateria. O detalhe é que o catarinense Neco Padaratz não pôde disputar a sua bateria do segundo round devido a uma contusão nas costas. Os organizadores planejam realizar as baterias restantes do terceiro round e, em seguida, dar início `a disputa do quarto round. A previsão indica um aumento no tamanho e melhora na quailidade das ondas nesta quarta feira.
Abaixo os resultados das baterias do terceiro round já disputadas:
Heat 1: Bede Durbidge (AUS) 18.23, Travis Logie (ZAF) 14.50
Heat 2: Luke Stedman (AUS) 13.00, Mikael Picon (FRA) 12.10
Heat 3: Dean Morrison (AUS) 13.73, Dane Reynolds (USA) 18.47
Heat 4: Joel Parkinson (AUS) 18.83, Daniel Ross (AUS) 13.43
A seguir, as baterias do terceiro round que ainda não foram disputadas:
Heat 5: Bobby Martinez (USA), Ben Bourgeois (USA)
Heat 6: Kai Otton (AUS), Luke Munro (AUS)
Heat 7: Roy Powers (HAW), Kieren Perrow (AUS)
Heat 8: Kelly Slater (USA), Sunny Garcia (HAW)
Heat 9: Mick Fanning (AUS), Yadin Nicol (AUS)
Heat 10: Tim Reyes (USA), Taylor Knox (USA)
Heat 11: Adriano de Souza (BRA), Rodrigo Dornelles (BRA)
Heat 12: Jeremy Flores (FRA), Royden Bryson (ZAF)
Heat 13: Taj Burrow (AUS), Brett Simpson (USA)
Heat 14: Chris Ward (USA), Jordy Smith (ZAF)
Heat 15: CJ Hobgood (USA), Heitor Alves (BRA)
Heat 16: Bruce Irons (HAW), Jay Thompson (AUS)
Abaixo os resultados das baterias do terceiro round já disputadas:
Heat 1: Bede Durbidge (AUS) 18.23, Travis Logie (ZAF) 14.50
Heat 2: Luke Stedman (AUS) 13.00, Mikael Picon (FRA) 12.10
Heat 3: Dean Morrison (AUS) 13.73, Dane Reynolds (USA) 18.47
Heat 4: Joel Parkinson (AUS) 18.83, Daniel Ross (AUS) 13.43
A seguir, as baterias do terceiro round que ainda não foram disputadas:
Heat 5: Bobby Martinez (USA), Ben Bourgeois (USA)
Heat 6: Kai Otton (AUS), Luke Munro (AUS)
Heat 7: Roy Powers (HAW), Kieren Perrow (AUS)
Heat 8: Kelly Slater (USA), Sunny Garcia (HAW)
Heat 9: Mick Fanning (AUS), Yadin Nicol (AUS)
Heat 10: Tim Reyes (USA), Taylor Knox (USA)
Heat 11: Adriano de Souza (BRA), Rodrigo Dornelles (BRA)
Heat 12: Jeremy Flores (FRA), Royden Bryson (ZAF)
Heat 13: Taj Burrow (AUS), Brett Simpson (USA)
Heat 14: Chris Ward (USA), Jordy Smith (ZAF)
Heat 15: CJ Hobgood (USA), Heitor Alves (BRA)
Heat 16: Bruce Irons (HAW), Jay Thompson (AUS)
terça-feira, 9 de setembro de 2008
AUSTRALIANA LIDERA RANKING DA DIVISÃO DE ACESSO FEMININA APÓS A DISPUTA DA ETAPA BRASILEIRA.
Computados os resultados do Billabong Girls Pro, etapa 4 estrelas do WQS feminino, que foi disputada entre os dias 09 e 10 de setembro, na praia da Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, a australiana Sally Fitzgibbons lidera o ranking da segunda divisão feminina. Rebecca Woods está em segundo lugar e Jessie Myle Dyer é a terceira colocada. Bruna Schmidt, em sexto lugar, é a brasileira mais bem colocada no ranking da divisão de acesso após a etapa brasileira. Mais duas etapas 4 estrelas do WQS feminino serão disputadas em outubro no Brasil. Inicialmente em Santa Catarina, entre os dias 01 e 04. Na seqüência, o tour feminino volta `a cidade maravilhosa para a disputa do Rio de Janeiro International, entre os dias 06 e 12, no Arpoador. As duas próximas provas brasileiras do WQS feminino precedem a etapa 6 estrelas de Haleiwa, Hawaii, última prova do calendário 2008 da divisão de acesso. As sete primeiras colocadas do ranking final do WQS feminino em 2008 se classificarão para disputar o WCT em 2009.
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